Confira o resumo que a OESTE.IA, a IA da Revista Oeste, fez pra você
A Polícia Federal agendou para 3 de agosto o depoimento de Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master, na Operação Compliance Zero. Espera-se que Lima exerça o direito ao silêncio, pois sua defesa não teve acesso completo aos autos da investigação. Ele deveria ter deposto em 18 de junho sobre suspeitas de fraude na venda do Banco Master, mas não compareceu em razão da nova fase da operação, que cumpriu 18 mandados de busca e apreensão, incluindo um contra o senador Jaques Wagner.
A Polícia Federal (PF) marcou para o dia 3 de agosto o novo depoimento de Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master, no contexto da Operação Compliance Zero. A expectativa, conforme o portal Metrópoles, é que ele utilize o direito ao silêncio durante o interrogatório.
+ Entenda o que é Política em Oeste
Receba nossas atualizações
Fontes ligadas à investigação informaram que a defesa de Augusto Lima ainda não teve acesso completo aos autos nem às provas já produzidas até o momento, o que pode motivar a estratégia adotada pelo empresário.
Fases da investigação contra Augusto Lima e envolvidos

Lima deveria ter deposto no dia 18 de junho sobre suspeitas de fraude na tentativa de vender o Banco Master ao Banco Regional de Brasília (BRB). Na data, porém, ele deixou de comparecer depois de ser alvo de uma nova fase da investigação.
A nona etapa da Operação Compliance Zero cumpriu 18 mandados de busca e apreensão. Ela atingiu Augusto Lima e o senador Jaques Wagner (PT-BA), que à época era líder do governo de Luiz Inácio Lula da Silva no Senado Federal.
Leia também: “O PT afunda no pântano do Master”, reportagem de Cristyan Costa e Sarah Peres publicada na Edição 328 da Revista Oeste
Em nota, a defesa de Lima afirmou que as ações da Polícia Federal foram “desnecessárias”. “Augusto Lima está há seis meses à disposição das autoridades para esclarecer os fatos em apuração”, completou o documento.
Augusto Lima havia sido preso durante a primeira fase da operação e permaneceu detido por 11 dias, de 18 a 29 de novembro de 2025. Atualmente, ele responde em liberdade, monitorado por tornozeleira eletrônica, conforme determinação do TRF-1.
Entre ou assine para enviar um comentário.
Você precisa de uma assinatura válida para enviar um comentário, faça um upgrade aqui.