PGR pede que Supremo arquive investigação sobre Ricardo Barros

Comissão da CPI da Covid não apresentou provas de crime atribuído ao líder do governo na Câmara dos Deputados
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Deputado Federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo | Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados
Deputado Federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo | Foto: Michel Jesus/Câmara dos Deputados

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira, 10, o arquivamento de uma investigação para apurar suposto crime do líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR), apontado pela CPI da Covid no Senado.

No documento, a PGR informa que os integrantes da comissão no Senado não apresentaram provas suficientes para Barros ser processado. No relatório final da CPI, que teve Renan Calheiros (MDB-AL) como relator, havia apontamento de suspeitas contra Barros nas tratativas para compra de vacina Convidecia contra a covid-19, fabricada pela empresa chinesa CanSino, em meados de 2020.

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Os parlamentares imputaram a Barros o crime de “advocacia administrativa”, que consiste em “patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário”, segundo o Código Penal.

Depois de o final da CPI no Senado, dez procedimentos investigatórios foram abertos pelo procurador-geral da República, Augusto Aras. A investigação contra Ricardo Barros é a primeira que a Procuradoria-Geral da República pede arquivamento. O relator deste pedido no STF é o ministro Nunes Marques, que vai decidir se acolhe a manifestação da Procuradoria ou pede maiores apurações.

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