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Política

Polícia do Paraguai começa a transferência de Silvinei Vasques ao Brasil

Ex-diretor da PRF tentou embarcar em um voo para El Salvador no Aeroporto Internacional Sílvio Pettirossi, em Assunção

CPMI do 8 de Janeiro ouve ex-diretor-geral da PRF Silvinei Vasques | Foto: Lula Marques/Agência Brasil
CPMI do 8 de Janeiro ouve ex-diretor-geral da PRF Silvinei Vasques | Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Depois de ser detido no Aeroporto Internacional Sílvio Pettirossi, em Assunção, Silvinei Vasques deve ser retirado do Paraguai nesta sexta-feira, 26. O ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) começou o retorno ao Brasil de carro por volta das 15h, com previsão de passagem por Foz do Iguaçu (PR), rumo a Brasília.

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O motivo da prisão foi a apresentação de um documento falso ao tentar embarcar em um voo para El Salvador. Inicialmente, as autoridades do Paraguai não reconheceram Silvinei Vasques, mas a identidade foi confirmada durante a verificação dos dados apresentados. Permanece desconhecida a forma como ele entrou no Paraguai a partir do Brasil.

Expulsão imediata de Silvinei Vasques

O ex-diretor da PRF Silvinei Vasques, que pode ser expulso do Paraguai | Foto: Arquivo/TV Senado
O ex-diretor da PRF Silvinei Vasques, que está sendo expulso do Paraguai | Foto: Arquivo/TV Senado

No caso, as autoridades paraguaias optaram pela expulsão, e não pela extradição. O procedimento foi adotado depois da constatação de que Silvinei cometeu crime em solo paraguaio, o que permite a remoção imediata do país, sem a necessidade de tramitação judicial formal. O Paraguai classifica situações assim como de pessoa indesejada e realiza a expulsão de forma direta.

Leia mais: “Liberdade algemada”, reportagem de Cristyan Costa publicada na Edição 237 da Revista Oeste

Ainda nesta sexta-feira, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a prisão preventiva do ex-diretor da PRF. Segundo o magistrado, a fuga ficou caracterizada pela “violação das medidas cautelares impostas sem qualquer justificativa”. O ministro afirmou que a atitude “autoriza a conversão das medidas cautelares em prisão preventiva, conforme pacífica jurisprudência da Suprema Corte”.

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