Protesto contra a reforma da Previdência em SP termina em confusão

Manifestantes entraram em confronto com a Guarda Civil Metropolitana e com a Polícia Militar
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Servidores protestaram contra a reforma da Previdência em São Paulo
Servidores protestaram contra a reforma da Previdência em São Paulo | Foto: Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo

Um protesto contra a reforma da Previdência em São Paulo terminou em confusão nesta quarta-feira, 10. Servidores públicos contrários à proposta, elaborada pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB), entraram em confronto com policiais militares e guardas civis metropolitanos em frente à Câmara Municipal, próximo à região central da cidade.

Os manifestantes jogaram pedras, garrafas e ovos contra o prédio da Câmara. Um dos guardas foi atingido por uma pedra no capacete, mas não ficou ferido. A GCM reagiu e disparou balas de borracha contra os agressores.

Depois, os manifestantes atearam fogo em sacos de lixo espalhados pelas ruas da região. Por isso, um bombeiro foi acionado pela Polícia Militar (PM) para apagar o pequeno incêndio. Com o objetivo de dispersar os manifestantes, a PM jogou bombas de gás lacrimogênio.

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Proposta

O texto definitivo da reforma da Previdência é discutido nesta quarta-feira pelos vereadores. Na terça-feira 9, a matéria foi aprovada em primeiro turno pela Comissão Especial de Estudos, que fez duas alterações no projeto original.

A proposta original do Executivo prevê que cerca de 63 mil aposentados que ganham mais que um salário mínimo (R$ 1,1 mil) passem a contribuir com a Previdência municipal com uma alíquota de 14%. Na atual regra do município, o porcentual é descontado apenas de quem ganha acima de R$ 6,4 mil.

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1 comentário Ver comentários

  1. Está virando moda. Cidadão trabalha a vida inteira, paga contribuição mensal, se aposenta e o governo decide que ele tem q continuar contribuindo até morrer. Absurdo cobrar 14% sobre quem ganha R$ 1,1 mil.

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