Senado adia mais uma vez votação de propostas sobre combustíveis

Agora, projetos devem ser analisados pelo plenário da Casa amanhã
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Da esquerda para a direita: senadores Eduardo Braga, Rodrigo Pacheco, Paulo Rocha e Weverton | Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
Da esquerda para a direita: senadores Eduardo Braga, Rodrigo Pacheco, Paulo Rocha e Weverton | Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), adiou, mais uma vez, a votação no plenário de dois projetos que buscam segurar os preços dos combustíveis no Brasil.

Inicialmente, estava previsto que as propostas seriam analisadas nesta quarta-feira, 9, mas ainda não se construiu um acordo para a apreciação dos textos. Dessa vez, ficou decidido que a votação ocorrerá amanhã.

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“Uma situação já muito ruim se agravou consideravelmente com a guerra na Europa, e nós precisamos dar essas respostas legislativas, não para resolver todo o problema, mas são iniciativas que nós não podemos deixar de tomar”, disse Pacheco.

Um dos projetos pendentes determina uma alíquota unificada e em valor fixo para o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

A outra proposta cria um fundo para financiar a estabilização dos preços. Essa conta seria alimentada por diferentes fontes de receitas federais, como recursos pagos pela Petrobras à União.

Após a decisão de Pacheco, o relator das propostas sobre combustíveis, senador Jean Paul Prates (PT-RN), disse que o debate sobre os projetos “tem avançado progressivamente ao longo das últimas semanas”.

Ele afirmou ter recebido contribuições de atores políticos relevantes, inclusive dos governadores, criando um ambiente de maior entendimento para obter as soluções mais eficazes para a crise atual.

O petista disse que o adiamento permitirá “uma última tentativa de aproximação das demandas de todos os atores, para entregarmos as soluções de que o Brasil precisa”.

Antes, hoje pela manhã, houve uma reunião entre Pacheco, o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o relator para tratar do assunto. Após o encontro, Prates disse que as propostas deveriam ser votadas hoje.

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7 comentários Ver comentários

  1. E o Brasileiro espera o Chapolin Colorado vir salvá-lo. Enquanto a população não se manifestar nas ruas, será sempre tratada como trouxa. O babacao que paga pelo serviço e é constantemente enrolado pelo prestador de serviço.(analogia)

  2. Elegemos quadrilhas que só legislam em causa própria, e muito rapidamente, deixando as questões urgentes para o país, para o povo, nas gavetas entulhadas. Incrível a falta de hombridade e vergonha na cara desses pulhas. Com raras excessões, são todos trambiqueiros oportunistas que só querem enriquecer e ter poder. Vagabundos!

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