Nesta terça-feira, 9, a 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou o pedido de liberdade da advogada Deolane Bezerra, presa por suspeita de envolvimento com o Primeiro Comando da Capital.
De acordo com os ministros Messod Azulay, Joel Ilan Paciornik e Ribeiro Dantas, não há necessidade de intervenção do STJ, pois outras solicitações da mesma natureza ainda estão pendentes de análise nas instâncias inferiores.
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A defesa de Deolane havia argumentado que não há risco concreto à ordem pública, à instrução criminal ou à aplicação da lei penal. Por isso, manter a influenciadora na cadeia seria uma medida desnecessária.
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Investigação contra Deolane Bezerra

Conforme as investigações, Deolane movimentou quase R$ 15 milhões, entre 2018 e 2022, em suas contas pessoais, enquanto outros R$ 14 milhões passaram por três de suas empresas.
Segundo os investigadores, a origem dos recursos é “espúria”, sobretudo depois de identificadas empresas fantasmas em nome da influenciadora.
As companhias estavam formalmente inscritas em cidades do interior paulista, próximas ao presídio de Presidente Venceslau, dividindo o mesmo endereço com dezenas de outras firmas de fachada.
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