O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), utiliza um helicóptero para acessar o resort de luxo Tayayá, em Ribeirão Claro (PR), onde mantém rotina de frequentador regular. Conforme apurações da Folha de S.Paulo, o magistrado pousa em um heliponto exclusivo próximo a uma residência na Vila Ecoview, área reservada do empreendimento. Embora a família Toffoli tenha vendido suas participações societárias em 2025, funcionários e moradores locais ainda associam a propriedade ao ministro.
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O deslocamento aéreo permite que Toffoli acesse o local com baixa exposição pública. Segundo a Folha, o ministro foi visto no resort durante o último Ano-Novo e utiliza um barco exclusivo do empreendimento para passeios na represa, veículo que não é disponibilizado aos demais hóspedes. O resort opera no sistema de multipropriedade, no qual diferentes cotistas dividem a posse de unidades imobiliárias.
Empresa de Toffoli está registrada em possível endereço de fachada
A sede da Maridt Participações, empresa dos irmãos do ministro que controlava parte do resort, está registrada em uma residência de padrão simples no Jardim Universitário, em Marília (SP). Em visita ao local, o jornal O Estado de S. Paulo constatou que o imóvel apresenta sinais de deterioração, como paredes e calçadas rachadas. A residência pertence a José Eugênio Dias Toffoli, irmão do ministro e diretor-presidente da companhia.
Cássia Pires Toffoli, cunhada do ministro, negou à reportagem do Estadão que a casa funcione como sede empresarial. “Moro aqui há 24 anos e não sei de nada que é sede aqui”, afirmou. Ela declarou desconhecer qualquer ligação do marido com o resort de luxo e ressaltou que financiou o imóvel por 25 anos com recursos próprios. O portal Metrópoles descreveu o local como um “endereço de fachada”, termo utilizado para designar locais onde empresas são registradas apenas formalmente, sem operação real.
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Conexões com o Banco Master
Entre 2021 e 2025, os irmãos de Toffoli dividiram o controle do Tayayá com o fundo Arleen, administrado pela gestora Reag Investimentos. O fundo é ligado a Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Toffoli, por sua vez, é o relator no STF de um inquérito que envolve o Master e a própria Reag.
Atualmente, o controle integral do resort pertence ao advogado Paulo Humberto Barbosa, que adquiriu as cotas da família Toffoli e do fundo Arleen por aproximadamente R$ 3,5 milhões em março de 2025. Conforme revelado pelo Metrópoles, Barbosa possui ligações profissionais com o grupo J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista. O novo proprietário afirmou à Folha que não possui relações com o Master e que encontrou o resort em situação financeira precária antes de assumir a gestão total.
Leia também: “O Supremo tem lado”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 298 da Revista Oeste



‘Resort Toffoli’: Transparência Internacional pede análise ‘rigorosa e independente’ 




































E aí srs senadores cuzoes, vão dar um Penabunda nesse marginal….ou vão ficar só no mimimi .
Quando será tirado esse super poder do presidente do senado (e da câmara) e atribuído ao plenário?
TODOS os senadores (e deputados) foram eleitos, não apenas um. Então o poder de decidir sobre pautas e votações tem que ser do plenário.
Mas o importante é que prendemos o “Bozo” :/
Infelizmente o próximo passo é matá-lo, tarefa que está em andamento 😪🤬😪
A situação financeira precária do resort deve ter sido determinante para a sua venda para o advogado pela bagatela de 3,5 milhões
Será que foi mesmo vendido?
Pode ser encenação para tirar o #* da seringa.
Ah se fosse politico japones , já teria cometido suicidio
Tá mais sujo do que pau de galinheiro.
Tem muita coisa aí… É so chafurdar mais um pouco.