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Política

Universidade Federal de Alagoas aprova cotas para pessoas trans

Medida prevê reserva mínima de uma vaga por curso, turno e local de oferta

O movimento trans abriga as pessoas transgênero, não-binárias e de outras identidades de gênero que não se alinham com o sexo atribuído ao nascer | Foto: Reprodução/Redes sociais
O movimento trans abriga as pessoas transgênero, não-binárias e de outras identidades de gênero que não se alinham com o sexo atribuído ao nascer | Foto: Reprodução/Redes sociais

A Universidade Federal de Alagoas (UFAL) aprovou uma política de ações afirmativas que reserva ao menos 2% das vagas de todos os cursos de graduação para pessoas trans.

A medida foi validada pelo Conselho Universitário da instituição no último dia 5 de maio e começará a valer já no ingresso do segundo semestre de 2026.

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Segundo a UFAL, a política garante pelo menos uma vaga por curso, turno e local de oferta. A iniciativa contempla travestis, transexuais, pessoas transgênero, “não binárias” e “indivíduos com vivências de variabilidade de gênero”.

Em nota, a universidade afirmou que a medida busca enfrentar desigualdades históricas no acesso ao ensino superior e promover “equidade, igualdade e diversidade” no ambiente acadêmico.

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A política prevê ainda a criação de uma comissão responsável por validar a autodeclaração dos candidatos, com participação de pessoas trans e especialistas | Foto: Marcello Camargo/Agência Brasil

A instituição também declarou que a política pretende combater “desigualdades, preconceitos, discriminações e violências motivadas pela identidade de gênero”.

A implementação será feita em duas etapas. No semestre 2026.2, o ingresso ocorrerá por meio de um processo seletivo próprio, com edital específico. A partir de 2027, as vagas passarão a integrar o Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

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A política prevê ainda a criação de uma comissão responsável por validar a autodeclaração dos candidatos, com participação de pessoas trans e especialistas.

Outro grupo acompanhará os resultados da medida ao longo do período de vigência. Segundo a UFAL, o percentual de vagas será reavaliado a cada dez anos e poderá ser ajustado conforme mudanças na legislação federal.

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2 comentários
  1. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Será que o desvio sexual provoca a burrice em alto grau e por isso eles precisam de cotas para entrar nas universidades e que profissionais serão em termos de qualidade e competência??

  2. Manoel
    Manoel

    Nada contra quem fez a opçao de ser trans, mas dai a pergunta: qual o objetivo das cotas?

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