Witzel é alvo de 5 pedidos de impeachment na Alerj

O governador está sendo investigado no âmbito da Operação Placebo, que apura supostos desvios de recursos públicos direcionados para o combate à covid-19
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O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel | Foto: ANTÔNIO CRUZ/AGÊNCIA BRASIL
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel | Foto: ANTÔNIO CRUZ/AGÊNCIA BRASIL

O governador está sendo investigado no âmbito da Operação Placebo, que apura supostos desvios de recursos públicos direcionados para o combate à covid-19

Na Alerj, Witzel é alvo de impeachment
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel
Foto: ANTÔNIO CRUZ/AGÊNCIA BRASIL
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O governador Wilson Witzel (PSC-RJ) tem cinco pedidos de impeachment protocolados contra ele na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Além disso, na terça-feira 26, ele foi alvo da Operação Placebo, que investiga supostos desvios de verbas públicas direcionadas ao combate à covid-19.

Os dois processos mais recentes, apresentados ontem, acusam o governador e sua esposa de desviarem recursos em contratos, sem licitação, firmados pela Secretaria de Saúde.

A expectativa é que um dos textos, portanto o mais fundamentado, seja admitido pela mesa diretora da Alerj. Uma aposta é o documento de deputados de oposição ao governo estadual.

Leia mais: O ataque do Covidão, publicado na edição número 7

Com 63 páginas, a peça é assinada pelos parlamentares Márcio Gualberto (PSL), Dr. Serginho (Republicanos), Alana Passos (PSL), Filippe Poubel (PSL) e Anderson Moraes (PSL).

Os deputados ressaltam “contratações desastrosas para o erário do Estado, seja com relação ao Samu (serviço de ambulâncias), seja para compra de respiradores/ventiladores”.

Além disso, o documento aponta “irregularidades na montagem e funcionamento dos hospitais de campanha, entre outros, todas sob perspectiva de dispensa de licitações”.

É importante ressaltar que o governador não tem apoio da maioria de deputados da Alerj.

Leia mais

O primeiro pedido de impeachment contra Witzel foi apresentado em fevereiro deste ano.

Em síntese, deputados bolsonaristas alegaram responsabilidade do governador no suposto caso de espionagem envolvendo grampos ilegais, para a elaboração de dossiês contra parlamentares da Casa.

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