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Ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (à esq), ao lado da vice-presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, e o presidente argentino, Alberto Fernández, posando para foto em Buenos Aires em 9 de dezembro de 2021 | Foto: Estaban Collazo/Presidência de La Nación Argentina
Edição 121

Peronismo à brasileira

A agenda de esquerda que quebrou a Argentina agora ameaça o Brasil infiltrada no programa de governo de Lula

Silvio Navarro
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A imagem do presidente Fernando de la Rúa deixando a Casa Rosada a bordo de um helicóptero, em dezembro de 2001, ficou marcada para sempre na memória dos argentinos. Do lado de fora da sede do governo, uma multidão enfurecida batia panelas, num gesto que se espalhava das ruas do centro de Buenos Aires para todas as províncias. O país estava em convulsão social. Quarenta pessoas morreram durante os protestos, cinco delas na Praça de Mayo, o coração da capital argentina.

É unânime na literatura que a virada daquele ano foi o pior momento da história de um país que já figurou como a sétima economia do mundo. No século passado, aliás, os vizinhos se gabavam da expressão riche comme un argentin (“rico como um argentino”). Eram vistos em férias das praias de Santa Catarina ao Nordeste brasileiro. Foram apelidados de “os europeus sul-americanos”. Mas a Argentina é um caso raro de país rico que ficou pobre rapidamente. E agora está muito pobre.

O presidente argentino Fernando de la Rúa abandona a Casa Rosada de helicóptero em 20 de dezembro de 2001 | Foto: Archivo de La Nación de Argentina/ GDA

Vinte anos depois daquele dia, os argentinos lotaram as ruas no último sábado, 9, no feriado da Independência. De Córdoba a Santa Fé, de Mendoza a Rosário, multidões empunharam faixas de protesto contra a derrocada econômica, cujo marco é a inflação galopante em mais de 60% ao ano — a previsão é passar de 100% até dezembro — e uma moeda que não tem valor. Em Buenos Aires, uma frase estampada em cartazes sintetizou o desejo da população: “Argentina sem Cristina”.

Manifestantes seguram cartazes com a frase “Argentina sem Cristina” | Foto: Divulgação

Desde 2007, Cristina dá as cartas na política argentina, com um breve intervalo no infeliz governo de Mauricio Macri. Ele assumiu a Presidência no fim de 2015, depois de 12 anos dos Kirchners — Nestor, marido de Cristina, precedeu os mandatos dela. Macri foi eleito por apresentar uma agenda econômica liberal, para sufocar a inflação e sanar a crise fiscal — o país era o 138º colocado no ranking dos cobradores de impostos do Fórum Econômico Mundial. Não fez nada disso: aumentou os gastos públicos, não privatizou estatais (só a Aerolíneas Argentinas dava prejuízo de US$ 2 milhões por dia), congelou preços e deu aumento para o funcionalismo.

O que aconteceu? Cristina voltou. Cercada de denúncias de corrupção, montou uma chapa na qual é vice-presidente de um preposto, Alberto Fernández. Ele é uma quase figura folclórica, não fosse corresponsável por um cenário de tragédia social. Acabou apelidado de “nossa Dilma Rousseff” pelos raros cartunistas de direita platinos.

Um país em ruína

Como ocorre em todas as crises, a alternativa dos argentinos foi recorrer ao dólar — ainda que não existam reservas. O comércio do bairro de Palermo, por exemplo, ou o da Rua Flórida exibem os preços em moeda norte-americana — também é possível pagar em real. Os lojistas rejeitam o peso porque o próprio povo não confia mais na própria moeda. Nesta semana, viralizou a notícia de que um iPhone é vendido a mais de 1 milhão de pesos, ou R$ 40 mil.

O presidente Alberto Fernández, contudo, vive num mundo paralelo. Em pronunciamento recente, disse que faltam dólares em circulação no país porque a economia interna está crescendo.

A Argentina é hoje um território que afasta investimentos estrangeiros. O maior problema é com os bancos. O governo tem títulos de dívidas de US$ 5 bilhões vencidos. A dívida com credores privados é um abismo. E todos os dias os telejornais apontam risco de outro calote ao Fundo Monetário Internacional (FMI). De quanto estamos falando? Algo como US$ 65 bilhões aos credores privados e um empréstimo de mais US$ 45 bilhões com o FMI. O país é o maior devedor ao FMI do planeta.

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O agora ex-ministro da Economia Martín Guzmán disse que não vai ocorrer novo calote, mas renunciou ao cargo na semana passada. Não se sabe ainda o que esperar da sucessora, Silvina Baltakis. Ao assumir o posto, ela virou notícia por outro motivo: o governo quer proibir a divulgação de imagens de gôndolas vazias em supermercados.

Há um problema em curso: por causa da hiperinflação (algo pior do que o brasileiro viu no governo José Sarney, nos anos 1980), os preços são remarcados mais de uma vez ao dia. Com isso, criou-se um câmbio paralelo. Nas ruas, existem casas de câmbio batizadas de Cuevas. Elas funcionam dentro de pequenos mercados, quiosques e em bancas de jornais — que vendem de tudo, menos jornais. Em suma, dólar e real valem mais do que a cotação oficial. Não à toa, uma das buscas mais procuradas no Google sobre o país é: qual moeda levar para a Argentina?

Sem crédito nem reserva, a solução poderia ser o passado glorioso da agropecuária. Mas o cenário é desalentador. O plantio de soja, por exemplo, acabou em março. Os 16 milhões de hectares plantados representam o pior resultado em 15 anos — a produção estimada caiu de 44 milhões de toneladas para 42 milhões. É praticamente a safra de Mato Grosso.

No caso da carne bovina, os criadores perderam US$ 1 bilhão no ano passado, porque o governo limitou as exportações para segurar os preços domésticos. O país só detém ainda um pedaço de mercado porque a arroba do boi (em dólar) é mais barata do que no Uruguai, no Brasil e no Paraguai.

O perigo mora ao lado

Nos últimos anos, quando os economistas liberais passaram a usar a expressão “fábrica de pobres” para se referir ao modelo econômico argentino, a dupla Cristina e Alberto Fernández viu uma luz no fim do túnel. Passou a apostar todas as suas fichas na eleição do ex-presidente Lula no Brasil. Sem disfarçar, admitiu que o socorro poderia vir do vizinho em 2023.

Em dezembro do ano passado, o governo montou um palco na Praça de Mayo, em frente da Casa Rosada, para um showmício do petista. A foto dos três, além do uruguaio José Mujica, rodou a América Latina.

Lula participou de um evento em Buenos Aires com Alberto Fernández, Cristina Kirchner e José Mujica | Foto: Ricardo Stuckert

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No palanque, Lula rasgou elogios a Cristina e prometeu ajuda. “A perseguição que me colocou em cárcere é a mesma perseguição sofrida por Cristina Kirchner aqui”, disse. “Alberto foi me visitar mesmo depois de eu dizer para ele ter cuidado, que talvez não fosse prudente um candidato a presidente ir à cadeia visitar um preso político. Alberto disse ao meu amigo Celso Amorim (ex-chanceler) que me visitaria com muito orgulho.”

Lula e o PT usaram as imagens à exaustão nas redes sociais, para afirmar que uma onda de esquerda estava se erguendo na América Latina e que era hora de ​​“começar a reatar os laços do Brasil com o país irmão”.

Fernández retribuiu o carinho na TV local. “Pouco a pouco, as coisas vão se arrumando: (Gabriel) Boric, no Chile está fazendo um esforço; o Lucho (Luis) Arce, na Bolívia; (Pedro) Castillo, no Peru; (Gustavo) Petro, na Colômbia; e Lula, que eu desejo que ganhe no Brasil. Teremos uma lógica de unidade conceitual na América do Sul”, afirmou, ao canal C5N.

A “lógica conceitual” se chama Foro de São Paulo. Em dezembro, a frente radical de esquerda comemorou 30 anos. “Não imaginávamos que esse encontro de partidos e movimentos chegasse aonde chegou, tornando-se um foro permanente e até uma referência para partidos de esquerda e ‘progressistas’ de todo o mundo”, disse Lula.

Fazem parte do grupo os narcoguerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e ditadores, como Nicolás Maduro (Venezuela), Miguel Díaz-Canel (Cuba) e Daniel Ortega (Nicarágua). E o PT.

A América Vermelha

Para a Argentina, o que restou é tentar se pendurar no Brasil como tábua de salvação. Para o Brasil, a ruína do vizinho deveria servir de alerta.

“Se a esquerda continuar no governo, a Argentina vai virar uma Venezuela”, diz o analista político Gustavo Segré, do diário La Nación. “No Brasil, para o Bolsonaro, a melhor campanha é o governo Alberto Fernandez. Porque ele pode dizer que, se o PT ganhar, pode acontecer isso aqui também.” A candidatura de Lula é a consolidação do peronismo à brasileira

Tango sem fim

Os argentinos convivem com modelos econômicos fracassados e uma classe política incompetente desde os 1980. Essa década, aliás, terminou de forma trágica, com a queda do presidente Raúl Alfonsín. A inflação bateu 764% ao ano, o país parou com mais de mil greves (13 delas nacionais), saques e protestos sangrentos nas ruas. Foi declarado estado de sítio.

Carlos Menem assumiu o governo com uma agenda liberal, na contramão de bandeiras históricas do peronismo. “Levanta-te e anda, Argentina!” foi o seu lema. Estreitou laços com os Estados Unidos, fez as pazes com o Reino Unido e privatizou todas as empresas estatais que conseguiu — principalmente as petrolíferas, ferroviárias e aéreas. Segurou a hiperinflação e atraiu capital estrangeiro, como as multinacionais de telefonia. Com perfil excêntrico, marcado pelas costeletas bicolores e fotos pilotando jet-ski e carros de luxo, ficou dez anos no poder.

A década foi marcada pela retomada do crescimento, mas a bolha criada pelo modelo econômico de paridade cambial peso-dólar, elaborado pelo ministro Domingo Cavallo, estourou. O país queimou reservas e se endividou. Foi quando surgiu a novidade Fernando de la Rúa e seu plano econômico que limitava os valores para saques em bancos e o congelamento das poupanças. As fachadas dos bancos foram depredadas durante os panelaços. A população de classe média caiu de 60% para 30%. Tornou-se cena comum nas ruas de Buenos Aires ver cidadãos com terno e gravata pedindo ajuda nos semáforos. Surgiram nas ruas os chamados “cartoneros” (catadores de papelão) — 55% da população estava abaixo da linha da pobreza. A Argentina faliu.

Por que um país próspero, com educação e cultura acima da média no cone sul, chegou ao fundo do poço? Uma das respostas é o peronismo

O movimento nasceu na década de 1940, pelas mãos de Juan Domingo Perón, numa mistura de fascismo com socialismo, ancorada na multiplicação dos sindicatos como ativo político. “A grande massa do povo combatendo o capital”, diz a letra da clássica marcha argentina. Sua mulher, Eva Perón, era conhecida como “a mãe dos pobres”. O culto à imagem de Perón e Evita se tornou um símbolo de como o narcisismo de um governante faz dele autoritário — o presidente mandou prender seus adversários e passou a controlar a imprensa.

A dependência da população para com o Estado tornou-se uma marca indelével. Hoje, quatro em cada dez argentinos são pobres e vivem de programas assistencialistas. As diretrizes de governo defendem a reestatização, o aumento do funcionalismo público e a ampliação de aposentadorias. “Seis milhões de pessoas bancam o país inteiro. O restante depende do Estado”, diz Gustavo Segré.

Hoje, o peronismo virou algo indecifrável, mas que espraiou suas raízes à esquerda. E adquiriu uma nova característica com os Kirchners: a corrupção. Cristina é conhecida por produzir dossiês contra deputados, senadores e juízes da Suprema Corte — um dos magistrados, Eugenio Zaffaroni, virou personagem de escândalo, ao ser acusado de manter prostíbulos clandestinos. Sempre que é pressionada, a vice-presidente ameaça fazer vazarem informações sigilosas sobre os rivais para a imprensa.

Outra característica da Argentina foi dar corda para as pautas do chamado “progressismo” — ou esquerda moderninha. O aborto foi legalizado há dois anos. Há uma intensa campanha para o uso de linguagem neutra nas escolas — o “todes” e outras bizarrices. O filho do presidente Alberto Fernández aparece com frequência no noticiário, por se apresentar como drag queen.

A Argentina é um país que não aprendeu com o seu passado. O Brasil tem a chance de não repetir os mesmos erros nas eleições de outubro.

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Leia também “Um projeto para destruir o Brasil”

35 comentários
  1. Hailton Azevedo Pelaes
    Hailton Azevedo Pelaes

    …..Deus nos livre e guarde do PT…..🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷viva Bolsonaro.

  2. Ayrton Pisco
    Ayrton Pisco

    O centro do problema é que a grande maioria das pessoas não é capaz de compreender a essência da doutrina e do pensamento da esquerda e, assim, abraça os ideais esquerdistas sem saber.
    Na verdade o gene da esquerda já está definitivamente implantado no nosso DNA com o assistencialismo social e o abismo que separa o empregado público daquele que labuta na iniciativa privada.
    O que se nos depara à frente, nestas eleições, é saber se vamos mergulhar fundo e sem volta no pântano da esquerda, o que inclui, colateralmente, os costumes, além, é claro, o demolição da economia e competitividade, ou se vamos optar pela única saída, não a ideal, que existe hoje, que atende por Bolsonaro.
    A responsabilidade pelo futuro do Brasil está na mão dos eleitores, ou de quem comanda o processo de apuração eletrônica secreta.

  3. Valton Sergio von Tempski-Silka
    Valton Sergio von Tempski-Silka

    Poderemos adotar, dependendo do resultado das urnas a tradição argentina, na sequência: Evita, Isabelita, Cristina e, por aqui Dilmita, Jumenta (ou Jumentita) e, porque não, Anita, caso ela contraia núpcias com algum dos viúvos da dupla sinistra (ou com a Gleisi; no mundo de hoje nunca se sabe…)?

  4. Manfred Trennepohl
    Manfred Trennepohl

    Excelente matéria. Parabéns, Sílvio Navarro. Precisamos fazer com que esse material chegue ao máximo de brasileiros e que seja entendido por eles.

  5. Walter Cesar Gomes
    Walter Cesar Gomes

    A maioria dos argentinos sempre à espera do “Tango Primeiro Mundo”.
    Parece que a dependência deles (assistencialismo), entrou no DNA.

    Excelente análise caro Sílvio Navarro!

  6. gabriel.zinato@revistaoeste.com Zinato
    [email protected] Zinato

    Argentina – 1959 : Ludwig Von Mises profere seis palestras, alguns meses após Perón sair do governo e deixar a economia em situação calamitosa, expondo as falhas do socialismo e de políticas assistencialistas. Estas palestras foram base para o livro tão conhecido de Mises intitulado “As seis lições”.

    A Argentina de 2022 está na situação atual porque não soube aproveitar o conhecimento ali compartilhado por Mises, acabar com a devoção a Perón, sua mulher e à ideia de um Estado que dá tudo de graça. Quem sabe a história fosse outra se ao menos o povo se perguntasse como estas supostas benesses serão pagas. “Não existe almoço grátis”, já dizia Milton Friedman.

  7. João Felipe Mendes Viguier
    João Felipe Mendes Viguier

    Que absurdo. Nas faculdades de Direito Raúl Zaffaroni é estudado com todo o glamour de um grande intelectual latino-americano. Agora eu entendo porque ele é um abolicionista penal. Toda essa história de reprimir o crime deve estar sendo muito ruim para o business de cafetão dele.

  8. Paulo Kubota
    Paulo Kubota

    Só não entende quem não quer! O desastre que a Argentina com governo esquerdista passa deveria estar na grande mídia mas não está! Esse é o grande problema deste nosso Brasil.
    Só os bolsonaristas compreendem bem isso mas porque há tanta gente que não consegue absorver os exemplos de Cuba, Venezuela, Chile, Argentina, todos esses países eram exemplo de riqueza mas que depois se encantaram com a esquerda e comunista empobreceram a tal ponto que a população pet está caindo vertiginosamente?
    Eu faço a minha parte para acordar essa gente até entre familiares… é uma luta insana!
    Bolosnaro2022!

  9. Itaci Mattos Silvio
    Itaci Mattos Silvio

    Deus nos livre desse trágico destino!!

  10. Vasco De Azeredo Pinto E Melo
    Vasco De Azeredo Pinto E Melo

    Que o Povo Brasileiro seja iluminado por Deus na hora de votar, para fugir da desgraça da Argentina e Venezuela.

  11. ERANDIR BARROSO DE SOUSA
    ERANDIR BARROSO DE SOUSA

    Observando os fatos econômicos que acontecem com os nosso vizinhos, fico com a impressão que essa onda infelizmente pode chegar ao Brasil. O brasileiro adora um salvador da pátria, não fiscaliza seus deputados e nem senadores no cumprimento de suas funções parlamentares. Um povo que só vive do assistencialismo governamental ou ver que o emprego estatal é a única saída, é um cidadão sem esperança de algo melhor.

  12. Daryush Khoshneviss
    Daryush Khoshneviss

    Excelente artigo Silvio! Cobriu, de forma resumida e precisa, a saga argentina.
    E que a grande maioria do povo reflita bem antes de votar – precisamos nos livrar dessa praga petista – caso contrário viraremos uma Venezuela tamanho família. Estamos em risco.

    1. Silvio Navarro

      Obrigado Daryush! Abraço!

  13. Carlos Juarez De Britto Leite
    Carlos Juarez De Britto Leite

    A Argentina foi destruída pelo peronismo. Os brasileiros salvamos o Brasil em 2018, livrando nosso Brasil de governos intelectualmente medíocres, mas ladrões incorrigíveis.
    Ouvi, numa resposta de Kassab a uma entrevistadora de QI próximo de zero, que o pior governo que o Brasil já teve é o atual, de Jair Bolsonaro. Ora: se todos os indicadores econômicos, a infraestrutura, a defesa perene da liberdade ameaçada por tiranetes governadores e juízes feitos de excremento tornam este governo atual o pior na visão do larápio viciado em cargos do governo Kassab, é porque os políticos brasileiros – com raras exceções – têm na cabeça o oposto do que os brasileiros de bem desejam. Kassab, o LADRÃO, o picolé de chuchu, o ministro da educação que escreve cabeçário em vez de cabeçalho (o “professor” Haddad), o “sociólogo” FHC, Serra et caterva são todos imundos, canalhas, viciados em viver dos tributos pagos pelos brasileiros honestos. A vitória de Bolsonaro – mais 4 anos de rigidez e honestidade – destrói essa corja!

  14. Paulo Antonio Neder
    Paulo Antonio Neder

    Tenho preocupação com as urnas ultrapassadas que temos (Vi uma excelência suprema, no exterior, dizendo que queremos votos em cédulas, conferidas manualmente. Corre risco, pois se Alexandre de Moraes souber, certamente, vai ser incluído no inquérito do fim do mundo). Mas, também tenho temor – muito – pela omissão dos eleitores, pelos votos nulos e em branco, que têm ganhado as eleições. Vejam o que ocorreu no Chile, no Equador, em Portugal etc. 25% mais ou menos dos votos e foram eleitos.

  15. JF
    JF

    Parabéns ao Silvio Navarro pelo excelente artigo publicado! Resta saber se a maioria silenciosa do eleitor brasileiro terá consciência disso na hora de votar!
    Resta também saber se as urnas eletrônicas terão vontade própria também!

    1. Silvio Navarro

      Obrigado! Abs

  16. HIVERARDO BERTASI VELASCO
    HIVERARDO BERTASI VELASCO

    O que está acontecendo com a Argentina, teria de ser mais divulgado ao povo brasileiro, pois acredito que pessoas mais simples e humildes estão alheia a essa situação e torna-se perigoso falta de conhecimento que pode refletir em outubro 2022 no Brasil. Deus queira que não…….

  17. José Luís Carini Marques de almeida
    José Luís Carini Marques de almeida

    Excelente reportagem,que membros do TSE leiam…

    1. Silvio Navarro

      Obrigado José Luís! Abs

  18. Teresa Guzzo
    Teresa Guzzo

    Argentina despencou ladeira abaixo,economia arrasada e mulheres comemorando a legalização do aborto como se estivessem em bloco de carnaval.Acabou a carne,a inflação chegando a níveis insuportáveis para a população.Essa é a realidade atual.Brasil tem uma saída para evitar esse caos,voto em outubro em Bolsonaro.

  19. Júlio Rodrigues Neto
    Júlio Rodrigues Neto

    Acho que o Brasil não vai correr este risco Silvio. Pela Lei Complementar n* 135 de 04/06/2010, políticos condenados em decisões colegiadas de segunda instância são proibidos de se candidatar. A única hipótese de uma candidatura poder ser efetivada neste caso, é se o pretenso candidato for beneficiado com um indulto do Presidente da Republica, pois é o único que tem esta prerrogativa constitucional e pode fazê-lo.

  20. Erasmo Silvestre da Silva
    Erasmo Silvestre da Silva

    Tá tudo claro claríssimo, vai pro fosso quem quer

  21. CARLOS FLORESTA DE OLIVEIRA
    CARLOS FLORESTA DE OLIVEIRA

    MEU DEUS, MEU JESUS, manda Luladrãodenovedeos, para lá que se o senhor não puder EU PAGO as passagens para ele e para quem mais quiser ir SALVAR A ARGENTINA. Agora depois não me venham cantar ” NÃO CHORES POR MIM ARGENTINA ” , que eu vou rir de voces se ELE não achar o que meter no bolço.

  22. Antonio Carlos Neves
    Antonio Carlos Neves

    Silvio, parabéns mas não mais podemos esperar as eleições deste ano no modelo estabelecido pelo TSE. É necessário que toda boa imprensa, Revista Oeste, Gazeta do Povo, Jovem Pan e outras mídias conservadoras e idôneas divulguem ao povo brasileiro o que o Ministério da Defesa esta solicitando ao TSE para que essas urnas eletrônicas sejam confiáveis e transmitam segurança ao eleitores. A velhaca imprensa com frequência divulga, que para o presidente Bolsonaro as urnas eletrônicas só são seguras se ele vencer, o que é uma FAKE imunda que o TSE não condena, já que Bolsonaro já afirmou diversas vezes que entregara a faixa para o vencedor das eleições com as URNAS AUDITÁVEIS. É necessário que nossos idôneos meios de comunicação divulguem com frequência até 7 de Setembro, as inconsequentes, insensíveis e arrogantes decisões antidemocráticas dos titulares do TSE, Barroso, Fachin e Moraes, que não permitiram as urnas eletrônicas com o voto impresso acoplado. Toda tecnologia da informação das FFAA e de AUDITORES INDEPENDENTES (eng. Carlos Rocha) deveria ser acionada, para COMANDAR e desenvolver software avançado para implantar urgentemente o VOTO AUDITÁVEL se não impresso, com uma urna eletrônica adicional para a qual seguiria o registro do voto após acionado pelo eleitor como fosse o VOTO IMPRESSO. Essas urnas adicionais, seriam de uso exclusivo das FFAA e dos AUDITORES INDEPENDENTES, para AUDITAR urnas sorteadas em todo pais como amostragem após o encerramento do pleito e se necessário RECONTAR a totalidade das urnas adicionais. Evidentemente que as urnas do TSE e das FFAA deveriam ter a mesma APURAÇÃO, mas ocorrendo divergências valerá a apuração das FFAA e da Auditoria Independente. O assunto aqui é TECNOLOGIA que os ministros do TSE nada entendem e portanto é a única forma de tranquilizar a população pelas próprias FFAA com este procedimento. O TSE deveria agradecer as FFAA que estão sugerindo mudanças para evitar graves conflitos que poderão ocorrer após resultados surpreendentes e não auditados. E ai, vai sobrar para as FFAA ter a ingrata missão de intermediar eleitores democráticos enfurecidos com os resultados. Então por que essa soberba CORTE teme tanto o voto auditável?

    1. FRANCISCA SILVIA ALVES VASQUES
      FRANCISCA SILVIA ALVES VASQUES

      Excelente comentário!! Parabéns!!

    2. Marcos Heluey Molinari
      Marcos Heluey Molinari

      Oi Antônio. Todas as alternativas e caminhos por você propostos são os normais, racionais, honestos, transparentes, seguros, mas só se estivéssemos falando para pessoas sérias, de bom caráter, de princípios morais conservadores, que repudiam os mandamentos esquerdistas ideológicos nefastos que bem conhecemos. Você acha que será ouvido por um Fachin, Barroso, Alexandre de Morais ? Eles são justamente os que descondenaram o Luladrão para vê-lo concorrendo e vencendo!!! Qual a chance de virem a adotar medidas que interromperiam esse plano sórdido de eleger o Lularápio ? Nenhuma!! Por que fariam isso? O plano já está em andamento e não vai parar. Temos agora de torcer para as FFAA conseguirem, de alguma forma, participar da implantação dos códigos-fonte nas urnas e depois, da apuração paralela que pretendem, fora da sala-cofre, onde vão tentar roubar os 80 milhões de votos que o Bolsonaro vai receber no primeiro turno. Presidente Bolsonaro: não venha a frustrar todo o seu eleitorado, que apoia uma agenda para o progresso e desenvolvimento do Brasil, com medo de melindrar e ser taxado de autoritário pelos ministros citados acima. Eles já estão e são foras-da-lei. Sabemos, eu e você, que, se a ordem de desnomear o diretor da polícia federal dada pelo Alexandre de Moraes não fosse acatada, ele enfiaria o rabo entre as pernas e as coisas não estariam desse jeito. Do mesmo jeito que você não foi ao depoimento na Polícia Federal. O que aconteceu? Nada! Mas, sempre é tempo de adotar a postura correta, sem sair das quatro linhas. Coloque todo seu staff e FFAA para pensar e assumir o protagonismo nesse processo, dentro da lei! Não entregue o Brasil nas mãos dessas forças malignas que querem ver o Lula na Presidência.

  23. Luiz Antônio Pratali
    Luiz Antônio Pratali

    🥷🏿COMO DESTRUIR UMA RICA NAÇÃO: vimos a morte de Cuba, Venezuela, Argentina, vai o Chile e querem matar o Brasil🙉

    Porque a Cleptoesquerda MATA A GALINHA DOS OVOS DE OURO?
    Não seria um suicídio? Suicídio para a população, pois a Elite Cleptopolitica fica com os ovos que sobrarem, a carne, as penas, até ossos. Para o povo sobram as fezes..

  24. José Luiz Almeida Costa
    José Luiz Almeida Costa

    Lula já avisou que pretende utilizar as reservas cambiais do Brasil e o BNDES para socorrer as nações socio-comunistas da América Latina.
    Nós os brasileiros vamos pagar caro para financiar os países membros do Foro de São Paulo.
    Impressionante como artistas, jornalistas professores universitários e empresários caiam nas narrativas do PT. Alguma disfunção cerebral os impede de enxergar o perigo para o Brasil dessa aliança.

  25. Antonio C. Lameira
    Antonio C. Lameira

    Se a esquerda voltar ao poder, só temos duas opções, a classe média alta saem as pressas do Brasil, e os que ficarem a curto prazo estarão nos semáforos de terno e gravata pedindo esmolas, como na Argentina, e os miseráveis revirando lixo atrás de comida. Adeus progresso!.

  26. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    Se o descondenado ganhar todas as nossas riquesas serão divididas pelas republiquetas comunistas.

  27. Rodrigo Kairys
    Rodrigo Kairys

    Parabéns pela matéria e pelo constante excelente trabalho Silvio. Grande abraço!

    1. Silvio Navarro

      Obrigado Rodrigo! Abraço

  28. Agnelo A. Borghi
    Agnelo A. Borghi

    Excelente reportagem. Que os indecisos abram os olhos.

    1. Silvio Navarro

      Obrigado, Ângelo!

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