Ataque à Jovem Pan | Foto: Montagem Revista Oeste/Shutterstock/Divulgação
Ataque à Jovem Pan | Foto: Montagem Revista Oeste/Shutterstock/Divulgação

Pandemia de intolerância

A Jovem Pan está na mira dos democratas de manifesto

A ofensiva contra a liberdade de expressão juntou um grupo de militantes esquerdistas disfarçados de especialistas em malandragens digitais, um jornal que vai naufragando por falta de comando e excesso de passageiros sem neurônios, figurões da campanha presidencial de um corrupto solto por amigos togados, uma revista mantida na semiclandestinidade pela tiragem anêmica e companheiros infiltrados no Tribunal Superior Eleitoral. O alvo principal era um canal de notícias que ousa contestar o pensamento único estabelecido pelo consórcio da imprensa velha, e o ataque deveria começar por um programa jornalístico condenado à morte por democratas de manifesto. Confiada a uma tropa brancaleônica, o que deveria ser uma operação devastadora produziu tantos estragos quanto um rojão de festa junina.

A marcha da insensatez começou com a divulgação pela Folha de S.Paulo de um estudo produzido por ativistas homiziados na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Julgavam-se sumidades em malandragens digitais. Não passavam de cientistas de botequim. Depois de algumas incursões pelo universo cibernético, os jalecos a serviço do PT concluíram que era para privilegiar uma emissora reduzida a bolsão bolsonarista que o YouTube vinha recomendando aos internautas, com suspeitíssima frequência, uma visita aos vídeos da Jovem Pan. Nenhum dos acadêmicos sequer desconfiou que o algoritmo do YouTube se limita a remeter os usuários aos conteúdos com maior número de visualizações. Como a íntegra do programa e trechos extraídos de Os Pingos nos Is são campeões nacionais de audiência, é natural que liderem o ranking dos mais indicados.

Tampouco sabia disso a jornalista da Folha premiada pelos autores com uma cópia da pesquisa mambembe. Ela viu numa ode à ignorância a prova mais robusta de que o YouTube agia em cumplicidade com o veículo jornalístico qualificado pelo jornal onde trabalha de “voz do bolsonarismo”. A divulgação do besteirol devolveu à frente de combate a repórter da revista piauí que, em agosto, enxergara na Jovem Pan “o braço mais estridente do bolsonarismo”. Esse apoio ao candidato à reeleição, garantiu, era uma forma de encurtar o caminho que leva às verbas publicitárias da Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom).

A realidade estraçalha a fantasia. Desde o início do governo Bolsonaro, a Jovem Pan recebeu R$ 4 milhões em verbas publicitárias. Tal valor é inferior ao registrado nas gestões de Lula, Dilma Rousseff e Michel Temer. No primeiro mandato de Lula, foram R$ 6 milhões. Entre 2007 e 2010, mais R$ 8 milhões. Dilma destinou ao grupo empresarial R$ 7,5 milhões no primeiro mandato. Entre 2015 e 2018, foram R$ 8 milhões. Em contrapartida, o Grupo Folha abocanhou R$ 371 milhões nos dois mandatos de Lula. Dilma e Temer, somados, transferiram R$ 156 milhões. No governo Bolsonaro, a catarata de reais secou: apenas R$ 2 milhões irrigaram o caixa da Folha. O fim da farra ajuda a entender a hostilidade do jornal ao presidente da República.

Foto: Cortesia JovemPan/Reprodução

O batalhão de trapalhões foi engrossado por advogados do ex-presidente Lula, que acionaram o Tribunal Superior Eleitoral “para impedir que o YouTube siga privilegiando os vídeos da Jovem Pan”. Confiante no pronto socorro dos juízes de estimação, o ex-presidiário também exigiu que a Google Brasil, proprietária do YouTube, adote as medidas necessárias para “cessar a irregularidade”. Incontrolavelmente ansiosa, a repórter da piauí jurou que o YouTube havia limitado a publicidade do canal de Os Pingos nos Is. “Isso se deve à inadequação do conteúdo para os anunciantes da plataforma”, explicou. “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”, celebrou a colunista social da Folha. O bloqueio jamais ocorreu.


“O Grupo Jovem Pan repele, enfaticamente, as falsidades divulgadas em suspeita parceria pela revista piauí e pela Folha de S.Paulo”, começa o editorial com que a emissora rasga as fantasias. “Ao contrário do que afirmam a publicação semiclandestina que se arrasta em menos de 30 mil exemplares e o jornal decadente, as relações entre a Jovem Pan e o YouTube são exemplarmente normais.” Esses textos derivam da indignação provocada em tais publicações pelo sucesso de uma instituição que completou 80 anos de existência. É compreensível o inconformismo da Folha, reduzida a 60 mil exemplares por dia, com o êxito da TV Jovem Pan News, que, com menos de um ano, se consolidou como o segundo maior canal de notícias e se aproxima rapidamente da liderança.”

A imprensa velha desmorona

Além dos concorrentes diretos, jornais e revistas de papel contemplaram com desdém o nascimento da TV Jovem Pan News, em 27 de outubro de 2021. Aos olhos estrábicos da imprensa velha, o caçula dos canais de notícias tinha tudo para dar errado. Aparentemente, faltavam estúdios, equipamentos e gente. A programação era insuficiente para fechar a grade, sobretudo nos fins de semana. Como enfrentar os colossos alojados no topo do ranking liderado pela balzaquiana GloboNews? Como desbancar da segunda colocação a CNN, fruto de investimentos siderais, que entrara no ar em março de 2020, depois de trabalhos de parto que consumiram quase seis meses de ensaios? As previsões agourentas foram revogadas já na primeira semana pela performance da emissora recém-nascida.

Um dos bordões publicitários da Jovem Pan repetia havia muitos meses que a rádio virara TV. Nenhum exagero, confirmou a sequência de proezas. O uso intensivo de imagens ampliara extraordinariamente a audiência de atrações como o Jornal da Manhã, Pânico e Os Pingos nos Is. Nesses horários, pouco depois da estreia a Jovem Pan News já tinha desbancado a CNN por larga margem e encostado na GloboNews. Hoje, consolidada no segundo lugar, a emissora recém-nascida alcança com extraordinária frequência o topo do ranking. Paralelamente, publicações impressas despencam. Pouco mais de 430 mil exemplares foram colocados em circulação nos primeiros seis meses de 2022. Há sete anos, eram 1,3 milhão. A queda mais perturbadora foi protagonizada pela Folha: 16%. A tiragem oscilava pouco acima de 60 mil exemplares. Desabou para desoladores 55 mil.

Tampouco as revistas impressas vão bem das pernas. Segundo o Instituto Verificador de Comunicação (IVC), a circulação sofreu uma queda de 28% ao longo de 2021. A Veja, por exemplo, já foi a terceira maior do mundo ao imprimir 1,2 milhão de exemplares. O tombo mais recente levou-a a perder 51 mil — e amargar, pela primeira vez desde o nascimento, uma tiragem que mal atinge a faixa dos 90 mil. Todas as revistas hoje lutam pela sobrevivência. Menos a piauí, que não depende de leitores. Depende da herança do dono, o banqueiro João Moreira Salles. A bolada parece muito longe do fim. Tanto assim que, mesmo bancando os rombos mensais da revista, tem dinheiro de sobra para figurar na lista dos dez maiores doadores da campanha de Lula. É compreensível que sonhe com o desaparecimento de quem é suspeito de inclinações bolsonaristas.

Escravos da ideologia ignoram fatos

Decidido a silenciar a Jovem Pan, o bando que agrupa advogados do candidato e jornalistas devotos do ex-presidiário alega que os programas jornalísticos ora mobilizam comentaristas que alternam elogios a Jair Bolsonaro e fake news concebidas para manchar a imagem de Lula. Como sabem até os microfones já aposentados, a emissora é a única que mantém em seus quadros profissionais que criticam fortemente o presidente da República. Não há na GloboNews, na CNN, nas páginas da piauí ou da Folha, por exemplo, uma única e escassa voz que recorde alguma das incontáveis ladroagens em que Lula se meteu. Todo o tempo é consumido pela pancadaria imposta ao adversário fascista, homofóbico, misógino, inimigo da democracia e golpista de nascença.

Nenhuma surpresa. Um levantamento recente da Universidade Federal de Santa Catarina constatou que 80% dos jornalistas brasileiros se declaram de centro-esquerda, esquerda ou extrema esquerda. Só 4% se consideram de centro-direita, direita e extrema direita. O escritor e analista político Flavio Morgenstern afirma que a proliferação de jornalistas engajados deformou o comportamento profissional: “Não se vigiam mais os políticos. Age-se com os políticos para vigiar a sociedade”. Para Morgenstern, o objetivo da Folha “vai além da tentativa de monopólio das narrativas: quer-se criar uma versão ‘oficial’ dos fatos — e isto só pode ocorrer censurando-se desabridamente quem não siga a cartilha”.

“O jornalista de hoje quer demonizar seus concorrentes ideológicos, para que sejam perseguidos pelo estamento judicial”, acrescenta Morgenstern. “As críticas da Folha querem ter peso de lei, e seus jornalistas agem como esbirros a apontarem quem deve ser constrangido pela lei.” A esses tumores se soma a doutrinação marxista nas universidades de jornalismo”, acredita Carlos Alberto Di Franco, doutor em Comunicação e especialista em Jornalismo Brasileiro e Comparado. “Educação é formação em um ambiente de liberdade, de abertura, de diálogo, de debate”, lembra Di Franco. “A universidade e o ensino básico estiveram, e penso que ainda estão, muito dominados por uma matriz marxista. Uma matriz militante, ativamente militante, samba de uma nota só. Isso tem consequências. Quando a ideologia domina o processo de conhecimento, o que desaparece é o conhecimento.”

Sem espaço para divergência

No faroeste à brasileira, é o bandido que persegue o xerife. Não chega a ser surpreendente que também no jornalismo prevaleça o avesso das coisas. A TV Jovem Pan News abriga comentaristas de todos os espectros ideológicos, mas é qualificada pelos arautos do pensamento único de “bolsonarista”, “disseminadora de fake news” e “propagadora de discurso de ódio”. A Folha, que torce pela morte de Bolsonaro, proíbe contestações à verdade oficial e inventa verbos delirantes para esconder os avanços econômicos do país, apresenta-se como “imparcial”, “fiel aos fatos” e “defensora da democracia”.

Amanda Klein e Diogo Schelp, à esquerda da imagem, e Fábio Piperno e Guga Noblat, à direita | Foto: Reprodução

Na GloboNews e na CNN Brasil, não há comentaristas políticos “de direita”, “liberais” e “conservadores”. Nas duas concorrentes, ninguém murmura algum contraponto ao incessante bombardeio que alveja o atual chefe de governo. “Se antes, pela falta de termo de comparação, o público talvez não notasse os truques sujos e as manipulações perpetrados diariamente pela imprensa autoproclamada ‘profissional’, hoje ele percebe”, acredita o escritor e antropólogo Flávio Gordon. “Quando a redação se torna uma bolha na qual o radicalismo ideológico de uns retroalimenta o dos colegas, o senso de cumprimento de uma missão política em vista de um mundo melhor sobrepuja qualquer preocupação com a prática jornalística tradicional, que, nessas condições, passa a ser vista até mesmo como reacionária.”

Como observa J.R. Guzzo, o “crime” da Jovem Pan é não se submeter ao pensamento único que a esquerda quer impor a todos os brasileiros. “Virou uma religião, com pecado mortal, excomunhão e o castigo do inferno”, constata o colunista. “Trate de obedecer — caso contrário, você será denunciado por subversão da ordem politicamente sagrada.” Com notável clareza, Guzzo localiza a questão-chave escancarada pelo surto autoritário:

“E se a Jovem Pan e seu programa condenado forem mesmo a favor do presidente Bolsonaro — ou de qualquer outro personagem da cena pública, ou de qualquer posição política? Qual seria o problema? Por acaso é proibido ser a favor de Bolsonaro? Ou ser contra seus adversários? É isso, exatamente, o que propõem os autores da agressão: um veículo de comunicação, segundo eles, não tem o direito de publicar aquilo que seus editores decidem levar ao público, conforme lhes está garantido na Constituição. A liberdade de imprensa, na sua maneira de ver as coisas, não pode existir para todos. Veículos como a Jovem Pan, o programa Os Pingos nos Is e os colegas que ali trabalham são tidos como algum tipo de delinquente, gente fora da lei que deve ser denunciada e, em consequência dos seus delitos, proibida de se manifestar”.

É isso. O resto não passa de conversa fiada. Discurseira de intolerantes mal cobertos pela fantasia de democrata em frangalhos.

Leia também “Corporativismo midiático”

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56 comentários Ver comentários

  1. Artigo espetacular que nos revela o quadro caótico da imprensa nacional. Parabéns a Jovem Pan pela coragem de não aderir à bolha que se transformou o nosso jornalismo.

  2. Triste e melancólico o tempo que vivemos! A natureza, que é criação divina é composta de várias árvores, vários animais, vários vegetais, pássaros,cores , sabores! Já imaginaram uma natureza preta e branca? Só mesmo esses idólatras de esquerda!

  3. Augusto Nunes: O Alexandre de Moraes, sem ouvir o Congresso, está investigando o presidente e até sua mulher, sem sigilo nenhum. O Bolsonaro não vai perguntar ao Lula no debate qual a relação dele com a Rosi Noronha e o que ele acha do supersigilo montado naquele processo que nem se sabe se já foi destruído e queimado?

  4. A Oeste e a JP resgatam nossa confiança em que nem tudo está perdido nesse país, nem tudo está “ dominado”. Somente por isso , por permitirem que não nos dobremos ao domínio do pensamento único ou que tenhamos de acatá-lo, já merecem todos os possíveis lauréis desse mundo. Não se trata mais de partidarismo; aqui falamos de justiça, ética e profissionalismo. Somos seus eternos devedores. Deus os proteja e abençoe sempre . Muito obrigada, de coração !

  5. A luta é grande, quando a mamata acaba é tiro pra tudo que é lado, até domingo vão fazer de tudo para detonar o presidente Bolsonaro, não aguentam mais quatro anos desse governo que fechou as torneiras, claro com a ajuda do STF e STE aparelhado.

  6. Amo o jornalismo feito pela jovenpannews , já era fan da radio hoje estou completa e satisfeita.Augusto voçe é meu oráculo acompanhado pelo Zé Maria ,Roberto e o Fiuza e a Ana. Um grande abraço, verde amarelo, á todos .

  7. Excelente e esclarecedor artigo. Parabéns aos autores. Tirando uns poucos dementes, retardados mentais, creio que ninguém em sã consciência acredita nessa suja e vendida imprensa e dá audiência a ela.

  8. Parabéns a revista Oeste é a JP por não se renderem a uma orda de militantes travestidos de jornalistas. Não desistam , continuem nessa luta é com certeza o público sabe reconhecer o trabalho sério que vcs fazem.

  9. Imprensa e universidades pobres de espírito, coveiras/ coveiros/ coveires do conhecimento, a mais pura monotonia.
    Texto ótimo, como sempre.

  10. Ladrão que descondena ladrão tem 100 anos de perdão. É assim que funciona o Brasil da esquerda defendida pelo maior corrupto, ladrão e descondenado dos nossos dias, o qual vive a descondenar ladrões de celulares e tênis das pessoas trabalhadoras, que ralam pra comprar seu celular ou seu tênis. O mentiroso descondenado visa com isto tão sòmente ganhar os votos dos encarcerados, os quais votaram nele 82% nas últimas eleições. Porisso ele defende os interesses da comunidade de encarcerados.

  11. Teste para chefe de estação

    Conta-se que uma pessoa foi fazer um teste para chefia de uma estação de trem e se viu em frente ao examinador que começou a fazer as perguntas:
    Bom dia, o senhor tem conhecimento que em breve chegará a estação um trem mas o senhor tem que avisar o maquinista que logo ali na frente há uma ponte que ruiu. Como o senhor faz?
    Ora, muito simples, basta telegrafar para o maquinista parar na estação.
    Mas o telégrafo há muito que não funciona.
    Então, como estamos na modernidade, passo um zap para ele.
    Mas aqui na estação nã há sinal da internet.
    Então vou lá fora e faço um sinal com os braços para ele parar.
    Mas é noite e ele não vai vê-lo a tempo de parar o trem.
    Bem então uso uma lanterna.
    Na estação não há lanternas.
    Então faço uma fogueira.
    Mas na estação não há nada que possa servir para fazer uma fogueira além do mais chove muito.
    Então vou chamar minha irmã.
    Como?! Exclamou o examinador.
    Sim. Vou chamá-la para ver um grande desastre que vai acontecer logo ali na frente.
    ………….
    Qualquer semelhança com a campanha de um candidato terá sido mera coincidência.

  12. Pergunta a revista Oeste. Hoje dia 26/9 8:20. A jovem Pan está fora do ar aqui em Campinas. A emissora está sofrendo alguma retaliação? Ou é um problema local? Vocês sabem?

  13. Podem xingar, debochar, gritar, babar, ofender. Para quem consegue enxergar um palmo além do nariz, a escolha já está feita, e vamos votar no Bolsonaro. Já vimos, e não conseguimos deixar de ver quem é o Lula e seus asseclas, e essa imprensa insana e desesperada. Fechadíssima com Bolsonaro!

  14. enviei comentário sobre o divertido piperno e fui censurado, argumentaram que eu já havia comentado sobre o assunto em repeteco. erro, é a primeira vez que comento sobre o cómico piperno.

  15. esse tal de piperno, não bate bem, gesticula, fica roxo, pula na cadeira, sempre responde com argumentos de 20 ou 30 anos atrás, mas é DIVERTIDO. vez ou outra CONTROLE REMOTO é a solução, quando exagera nos divertidos comentários.deveía ser contratado para algum programa humorístico.

  16. Acompanho a radio jovem pan desde o início dos anos 70, grandes lembranças do velho barão as previsões do tempo de Narcisio Vernizi bons tempos da vinheta “vamos embora olha a hora “ Assinei a folha, veja e estadão, hoje continuo com vocês e a rádio pois considero os únicos que tem o compromisso com a verdade dos fatos e a coerência de ideias além de não maltratem nosso idioma. Continuem assim para que meus filhos e netos possam ter no futuro boas lembranças como eu desfruto hoje. Parabéns a todos.

      1. Faz tempo que eliminei Foice…Estadao… E sempre imploro pela versao impressa da REVISTAOESTE… Guardar na minha biblioteca para a posteridade.

  17. Nunca vi esse tamanho de censura em relação a simples liberdade de pensamento e a realidade de fatos que observamos no sete de setembro e outros.Apenas observem a alegria do povo em massa saudando seu presidente.A esquerda capenga e sem voz está sem rumo,sem proposta e idéias.O que falar de uma mente que em público não sabe pronunciar o nome de sua atual mulher? que tal de agora em diante chamarmos de Janza?Pingos nos Is é um programa impecável,e continuará líder de audiência,pois é excelente.

  18. Que artigo Augusto! Esse “povo” terá que se mexer, terá que se virar: precisarão voltar a trabalhar arduamente tal qual vcs da Pan em seus programas. A enxurrada de $$$$$$ custeando o ócio e a era sabática dos bajuladores canhoteiros, finalmente, “Zé Finí” !!!

  19. Putz! Excelente texto… o duro é ter que ouvir a Amanda, Guga, Piperno, et catreva. Ainda bem que meu controle remoto tem inteligência artificial e quando aparecem, chaveia para o mute ou muda para o DOG canal, hehehehe!!!

  20. Eu não acredito em ideologia de jornalista esquerdista ou esquerdopata, eu acredito é no dinheiro que eles estão querendo guelar dos impostos que os ladrões que governaram passava pra eles

  21. Quero parabenizar a todos dos PINGOS NOS IS, meu canal diário de informação. Adoro a informação pluralizada, às vezes com comentários estressantes dos esquerdistas, mas é assim que deve ser. A diversidade agrega conhecimento. Fui assinante do Estadão e Veja por quase 30 anos. Hoje chego a ter nojo dessas publicações. Força Jovem Pan! Estamos juntos.

  22. Reclamar de “partidarismo” da Jovem Pan?
    “Previlegia” o Bolsonaro? Visao de uma UOL, Folha, LUPA, Piaui , Globo – imprensa militante, descaradamente pro-Luladrao.
    A UOL, entao, parece assessoria de imprensa do PT

    1. Ô MÁRCIO; CONCORDO COM TODOS OS ACIMA CITADOS. ENTRETANTO, NÃO NOS ESQUEÇAMOS DO $TF E DO SEU PUXADINHO, O T$E. SÃO CONIVENTES, COMPLACENTES E LENIENTES COM O MAIOR CORRUPTO, ANALFABETO, ARROGANTE, CACHACEIRO, CRETINO, DISSIMULADO, MENTIROSO, METÁSTASE CANCERÍGINA, DE CODINOME: #OLULARÁPIOLULADRÃO

  23. JOVEM PAN causa grande PÂNICO nos concorrentes. Jornalismo, sério, independente e VERDADEIRO incomoda os Integrantes do AUTORITARISMO, do COMUNISMO, da ditadura.

  24. Fui assinante da revista Veja por mais de 30 anos, quando notei que suas matérias jornalísticas se focou para o viés 100% esquerdista, suspendi minha assinatura, mas de teimoso continuei comprando a revista nas bancas de jornais, não teve jeito, parei de vez, hj assino ela on line e aqui estou na Jovem Pan, sempre fui direita mas, gosto de ouvir o outro lado, a Veja continua na sua teimosia em pesar a balança para a esquerda, q pena, sr. Roberto Civita se vivo fosse morreria de novo.

  25. Enquanto isso as porcarias tipo, globolixo, CNN, Band etc., fazem canalhices no jornalismo péssimo que enlameiam o atual governo, chegando ao ponto de querer fazê-lo inferior aos p.p onde permeava a ladroagem e lhas enchiam as burras de dinheiro comprando notícias favoráveis, deixando a população na mais completa ignorância da verdade do que se passava no Brasil, o país afundando e eles tecendo loas as canalhas, corruptos, ladrões e assassinos, o que os levou para dentro da mesma pocilga, e hoje são os porcos reclamando suas rações, pois estão magerrimos e com abstinência de $$$$$. Canalhas.

  26. A jovem pan assim como a revista oeste estão na ponta oposta da forte proposição do pensamento único. Parabéns Augusto e jornalistas da revista oeste continuem assim.

  27. Texto excelente e contundente. Quanto mais batem na Jovem Pan, mais ela cresce e aparece. Vai para o primeiro lugar em audiência já, já!

  28. É por conta desse “crime” de ir contra a imposição da mídia tradicional, que veículos de comunicação como a Jovem Pan, a Revista Oeste, o Jornal Gazeta do Povo e produtora de documentários Brasil Paralelos, estão obtendo tanto sucesso, e a cada dia se tornam mais relevantes no Brasil e fora dele. O Pingo nos Is, por exemplo, é sucesso nos EUA, na Inglaterra e até no Japão. Sucesso para todos!

  29. Fico revoltada quando lembro que um dia confiei nessa imprensa podre. Jamais serei enganada novamente. Espero, do fundo do meu coração, que essa arrogante e decadente imprensa desapareça por completo da face da terra.

  30. Essa velha imprensa é chorona, chora mais que uma sanfona.
    Parabéns à Jovem Pan.
    Gosto muito do Diogo Schelp, discordo do seu posicionamento, mas ele o exerce com elegância, sem ironias, e oferece o contraponto, que é salutar e desejável numa Democracia.

  31. É triste, melancólico, ver o que antes se chamava de imprensa, ou hoje mídia, ditas tradicionais, em seus estertores (sim, a tecnologia vai mudar tudo) terem um fim de vida tão indigno Desprezível, até. O jornalismo ( e ,sim, tenho autoridade para dizer isto) perdeu seu rumo e se tornou um mio abertamente ideológico de propagação de ideias e ações obscuras. A Jovem Pan , altivamente, segue sendo uma empresa de comunicação, de jornalismo, e pratica um jornalismo plural. Há “jornalistas” de esquerda na Jovem Pan, emitindo livremente suas opiniões ,de quem não suporto nem a voz. Conteúdo, então ,nem pensar. Mas assisto. Porque acredito na verdadeira liberdade de expressão e pensamento. Em qual outro veículo ,dentre os que se tornaram viúvas das verbas públicas , há uma única voz dissonante da cartilha socialista e gramcista que adotaram? Zero. Nenhum.
    Parabéns à Jovem Pan e aos que a compõem hoje. Resistam à fúria ditatorial da esquerda. Podem ser a última trincheira.

  32. Onde estão os senadores cocos (covardes e corruptos)? Foram para Paris a exemplo de Ciro? Ou estão tremendo, mijados e… borrados, debaixo das saias das mamães!?

  33. Creio (ouvi a voz en “off”) que a tal jornalista que atacou a Jovem Pan e o excelente programa PINGOS NOS Is (que assisto desde antes da inauguração do canal de TV) é a mesma que se despediu do criminoso João de Deus com um “adeus” enternecido, comovido, quase choramingando, em cobertura para a TV na qual trabalhava na ocasião. (resgatar o video se estiver disponível). A fulana tem inclinação para admirar criminosos.

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