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Foto: Shutterstock
Edição 96

Fábrica de pesquisas

De onde vêm e a que interesses servem as pesquisas que inundam o noticiário indicando quem será o próximo presidente — mas quem acredita nelas?

Silvio Navarro
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Em maio do ano passado, a edição 62 de Oeste chamou a atenção para um fenômeno em curso no Brasil: a multiplicação de pesquisas eleitorais, algumas com disparidades gritantes, replicadas à exaustão pela imprensa. Nos meses seguintes, o volume de levantamentos aumentou. E o brasileiro acostumou-se a acordar ao menos uma vez por semana com uma manchete indicando quem deverá ser o próximo presidente da República. Mas qual é a explicação para essa usina de sondagens eleitorais?

Há algumas respostas. A primeira é que, cada vez mais, instituições financeiras, empresas e veículos de comunicação querem se sentir parte do jogo político. Como a mídia repercute qualquer notícia contra o governo Jair Bolsonaro, por exemplo, visibilidade já é negócio garantido. Contudo, não há — nem são exigidos — registros em jornais, sites, revistas ou emissoras expondo detalhadamente o questionário nem a metodologia aplicada. Eles publicam e ponto.

Outro dado importante é que a pandemia barateou um processo que já fora trabalhoso e caro. Muitos desses levantamentos nem sequer são feitos em campo — mas, sim, por um computador, por meio de ligação telefônica, ao custo de, no máximo, R$ 0,10 — ou nem isso, conforme o pacote de dados. Isso, convém frisar, não é uma “jabuticaba”. Nos Estados Unidos, hoje em dia também funciona assim, como ocorreu na disputa entre Donald Trump e Joe Biden.

O processo é similar ao usado pelas operadoras de TV por assinatura, por exemplo, para atender um cliente que liga para reclamar da oscilação do sinal. Só que nas pesquisas é o robô que faz a ligação e pergunta: “Se você acha que o governo é bom, disque 1; se acha que é regular, disque 2; péssimo, 3”.  Há menos de uma década, uma pesquisa encomendada a um instituto tradicional não custava menos de R$ 200 mil — valor repartido entre uma emissora de TV e um jornal ou revista.

É natural questionar se, de fato, as empresas de pesquisa sabem a veracidade das informações de quem está do outro lado da linha — e se alguém atendeu, de fato, à chamada. Mas elas parecem ter descoberto uma fórmula infalível: quanto pior o resultado para Jair Bolsonaro, maior a exposição na mídia e nas redes sociais. É um tiro certeiro.

Quem financia?

As instituições financeiras, especialmente os bancos de investimentos, também enxergaram nas pesquisas que levam a própria assinatura um bom negócio para atrair e fidelizar clientes. Tornaram-se produtos oferecidos aos interessados em descobrir qual será o desfecho do instável cenário político brasileiro. Seguramente, muitos leitores já receberam em algum grupo de WhatsApp a mensagem de um amigo dizendo que iria compartilhar dados de uma pesquisa do banco X ou Y. Ou seja, não é preciso mais ler o jornal para saber o resultado: o cliente tem ou recebeu em primeira mão.

Em dezembro, um levantamento do site Poder360 revelou que, desde outubro de 2020, instituições financeiras e empresas pagaram por 22 pesquisas sobre as eleições deste ano. Nenhuma delas feita por institutos que os brasileiros já estavam acostumados a ver no noticiário, como o Datafolha ou o Vox Populi. São novos “cientistas” de dados, que encontraram um nicho de mercado.

Como o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) só impõe regras para a realização de sondagens dentro do ano eleitoral, até o último dia de 2021 essa foi uma verdadeira terra sem lei. Esse cenário mudou neste mês, quando todas as entidades passam a ser obrigadas a fazer registro prévio do material — o cadastro precisa ser protocolado até cinco dias antes da divulgação, conforme o artigo 33 da Lei 9.504/1997, a Lei das Eleições. Com certeza, o volume de pesquisas vai refluir, porque os critérios são rígidos, e a divulgação sem o aval do TSE — o que inclui plano amostral, quem financiou e onde foi feita, por exemplo — constitui crime.

Provavelmente, as próximas sondagens não vão ter no questionário perguntas como as feitas pelo Vox Populli em maio do ano passado: “Pelo que você viu ou ficou sabendo, você acha que Lula e o PT foram perseguidos nos últimos anos, com o impeachment da Dilma e a prisão de Lula, ou não houve uma perseguição contra eles, foram tratados da mesma maneira que outras lideranças políticas e partidos?”. E ainda: “Quanto Bolsonaro é responsável pelas mortes por coronavírus no Brasil?”.

JOGO DOS SETE ERROS

Por que erram tanto?

Se as pesquisas eleitorais fossem uma ciência 100% séria — e não servissem de ferramenta de campanha nem máquina de “cliques” na internet —, as páginas dos jornais no dia seguinte às urnas não seriam povoadas por analistas tentando justificar erros crassos. Isso já ocorre no Brasil há pelo menos uma década. As teorias são as mais estapafúrdias possíveis: o instituto tal conseguiu flagrar uma onda de crescimento de última hora, a abstenção recorde foi decisiva por causa das chuvas — ou do sol, se o domingo for propício para praia. A manchete favorita na manhã de votação é quase sempre igual: os candidatos chegam em empate técnico no dia “D”.

Os principais institutos não cogitavam os eleitos Romeu Zema e Wilson Witzel sequer no segundo turno

No último pleito municipal, por exemplo, o Ibope informou, na véspera, que a comunista Manuela D’Ávila tinha vantagem numérica de 2 pontos porcentuais sobre Sebastião Mello (MDB). Até ela acreditou. Deu entrevistas em êxtase e por pouco não anunciou um futuro secretariado. Mello foi eleito com quase 55% dos votos. Em Vitória (ES), não foi diferente. O mesmo instituto afirmou ter captado um crescimento vertiginoso do ex-prefeito petista João Coser, que estava empatado com Delegado Pazolini. Sites e perfis de esquerda comemoraram a virada contra o “bolsonarista”. Pazolini ganhou com mais de 58% dos votos.

Há quatro anos, ocorreu o mesmo nas disputas pelos governos de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Os principais institutos não cogitavam os eleitos Romeu Zema (MG) e Wilson Witzel (RJ) sequer no segundo turno. Em solo mineiro, só estavam no páreo o então tucano Antonio Anastasia e o petista Fernando Pimentel. O desconhecido Zema foi eleito no segundo turno com 72% dos votos. Witzel também ganhou, mas acabou deixando o governo pela porta dos fundos por excesso de bandalheiras.

Na corrida presidencial, ninguém errou mais feio do que o Datafolha, quando publicou, dez dias antes do pleito, que o petista Fernando Haddad venceria Jair Bolsonaro “em qualquer cenário”. O Vox Populli foi além, a ponto de sites como o da própria CUT (Central Única dos Trabalhadores) e outros satélites celebrarem a virada nas últimas horas. “A virada de Haddad foi em cima dos indecisos, que estão optando pelo petista, quando entendem o que está em risco”, disse na época Vagner Freitas, presidente da central.

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42 comentários
  1. João Carlos De Castro Silva
    João Carlos De Castro Silva

    Pelas pesquisas divulgadas até à véspera das eleições de 2018, Dilma Rouseff seria eleita senadora por Minas Gerais em primeiro lugar. Após a contagem dos votos, Dilma não não foi eleita e ficou com um honrroso quarto lugar.

  2. Paulo Sérgio De Bene
    Paulo Sérgio De Bene

    Silvio Navarro , excelente reportagem !!!!
    Recebi um Whatapp com a reportagem de uma emissora do Sul ( TV PAMPA ) , onde a reporter investigou quem havia solicitado a pesquisa – BINGO !!! BINGO !!
    Banco ligado aos PETRALHAS que foi investigado na operação Lava Jato .
    Complementando Todos os BANQUEIROS em OFF , confirmaram que querem o LADRÃO DE NOVE DEDOS de volta , pois lucraram mais de 5x no desgoverno do PT .
    PEDRO GUIMARAES – presidente da CAIXA ECONOMICA , reduziu o JUROS do cartão de credito de 12,8 % AO MES para 1,90 % – ISTO SE CHAMA ROUBO .

  3. José Carlos Pires Monteiro
    José Carlos Pires Monteiro

    A realidade é que essas pesquisas compradas não chegam nem perto da realidade. Será que quem paga essas pesquisas ainda acha que o povo acredita? Se por um acaso fosse verdade esses resultados as pessoas de bem desse país só teriam a lamentar e muito por tomar conhecimento que existe um enorme número de pseudos brasileiros que querem ver o Brasil atolado na miséria mesmo tendo vários exemplos aqui no nosso nariz. Que estão aqui dentro pessoas que só pensam e querem ver as coisas que os beneficie e o resto que se dane. É uma pena e de uma tristeza imensa para os verdadeiros brasileiros assistir seu país afundar na lama da corrupção e da ladroagem desenfreada.

  4. ANTONIO VICENTE DE LIMA
    ANTONIO VICENTE DE LIMA

    A fórmula p essas pesquisas?? Enganobiol associado com Embromazil!!

  5. Fernando Correia e Silva Júnior
    Fernando Correia e Silva Júnior

    Como sempre existirão os que votam, naquele candidato que está melhor posicionado na pesquisa, esse tipo de trabalho deveria ter os parâmetros utilizados melhor fiscalizados. Lamentável.

  6. PTRLC
    PTRLC

    Erraram e erram feio. Se pesquisa determinasse o vencedor por que então elas não se concretizam?

  7. Fernando Takasi Okuyama
    Fernando Takasi Okuyama

    Excelente e esclarecedora a matéria do Silvio. Obrigado, pois até estava ficando preocupado com tantas pesquisas que indicavam vitória fácil do maior ladrão da história. Ufa !

  8. Adalberto Manoel Vieira
    Adalberto Manoel Vieira

    Ao ler esta reportagem, como outras neste meio de comunicação e tantos outros, chego a conclusão que vivemos em um país onde a anarquia tomou conta de tudo e, me pergunto, quem defenderá este povo. Nossas instituições estão no fundo do poço, não importa a que poder pertença ou nível de governo. É lamentável viver nesta realidade de conchavos, mentiras e usurpação de mentes e bolsos, pois o prejuízo não é somente moral e ético, chega no bolso e na vida do povo.

    1. Thiago Souza
      Thiago Souza

      Acho que chegou a hora do povo se defender. Mas pra isso é preciso ter base. É por isso que a Internet é uma ameaça às elites corruptas, pois é uma fonte descontrolada de informação e discussão.

  9. Teresa Guzzo
    Teresa Guzzo

    Não acredito em pesquisa há anos.Meu limite foi a disputa para prefeitura da cidade de São Paulo: Fernando Henrique x Erundina,o primeiro candidato disparava na frente em todas pesquisas de opinião.Resultado do pleito: Erundina na cabeça.Explicacao : votantes mudaram seus votos no dia anterior ao pleito eleitoral.Outro vexame ,desta vez para governador do Estado de São Paulo: Fernando Henrique x Jânio Quadros.Novamente as pesquisas colocaram Fernando Henrique como vencedor.Resultado:Jânio Quadros governou o Estado ,e daí vai.Quem fica apenas de olho em pesquisas, não olha a realidade dos fatos.

    1. Paulo Sérgio De Bene
      Paulo Sérgio De Bene

      Teresa , concordo com tudo que voce escreveu , apenas não estou concordando com o que ocorreu no passado :
      Para Prefeito : MALUF x ERONDINA – Unica vez que votei no Ladrão .
      Para Prefeito : FHC x Janio Quadros – FHC chegou a tirar foto na cadeira Pref.
      Janio ganhou e mandou detetizar a cadeira !!! KKKKK
      BOLSONARO 2022 – SEMPRE
      LULALADRÃO na cadeia .

  10. Mauro Motta Martins
    Mauro Motta Martins

    O “calcinha” acenando para vitrines é esclarecedor.

  11. Diego Coimbra
    Diego Coimbra

    Ao analisar as pesquisas que agora são obrigadas a se registrarem no TSE, o site Acapsu.com percebeu que os caras escolhem as cidades que o Haddad teve mais votos para realizar as pesquisas. Seria o mesmo que ir a um sindicato ou diretório acadêmico para sondar as preferencias

  12. Jose Perugini
    Jose Perugini

    Excelente Artigo!

    1. Silvio Navarro

      Obrigado José!

  13. Davilson Gomes Miranda Jr
    Davilson Gomes Miranda Jr

    O problema não é as pesquisas errarem, o problema é que eles sempre erram pro lado esquerdo.

  14. FATIMA
    FATIMA

    Excelente matéria, Silvio! A OESTE precisa fiscalizar de perto tudo sobre essas pesquisas viciadas. Quem são os financiadores e como são suas relações governamentais. Onde estariam seus interesses? O país precisa ouvir todo dia, em alto e bom tom, o que querem os patrocinadores das pesquisas que querem o ladrão e perigoso Lula de volta.

    1. Silvio Navarro

      Obrigado, Fátima! Um abraço.

  15. Antonio Carlos Neves
    Antonio Carlos Neves

    Como pode o TSE com tanto empenho contra FAKEs de supostos bolsonaristas nada faz contra essas constantes FAKEs desses institutos e de quem as propaga. Como pode o próprio TSE gastar tanto recurso público com a tal Ludmira propagando FAKE de que as urnas eletrônicas são auditáveis com os boletins de urna, quando qualquer eleitor sabe que no boletim não se audita nada porque não sabe como seu voto foi contado. Evidentemente que o roteiro das falas da moça são produzidas pelo TSE, como agora vem diariamente fazendo apologia das urnas eletrônicas, como o caminho da DEMOCRACIA, em todas as emissoras de radio e tv.
    Considero importante que a revista oeste faça matéria a respeito do valor que vem sendo gasto de recursos públicos (malversação) pelo TSE com essa absurda propaganda.

    1. Eduardo Bezerra Vieira
      Eduardo Bezerra Vieira

      Só é fake quando ajuda a direita.

  16. Jonas Ferreira do Nascimento
    Jonas Ferreira do Nascimento

    Curioso pra conhecer as respostas dadas pelo TSE às questões feitas por técnicos das FAs, vinculadas ao nosso inviolável Sistema Eleitoral. Sem dúvida deve ser um dos raríssimos sistemas invioláveis conhecidos.
    Sílvio, belo artigo!

    1. Silvio Navarro

      Obrigado, Jonas! Abraço

  17. Lourival Nascimento
    Lourival Nascimento

    Como dar crédito a pesquisas eleitorais pagas por Bancos como o Unibanco/Itaú, ou BTG Pactual do André Esteves, tido no mercado como o banqueiro do Lula? W a senhora Márcia Cavallari, ex Ibope, agora Manda-Chuva do IPEC? Enquanto isso, o TSE do Barroso, Fachin e Alexandre de Imorais fazem cara de paisagem, como fizeram na eleição de 2018. Dizerem que a URNA não tem conexão com a internet é o óbvio. O problema da fraude começa quando no encerramento do processo de votação, o dispositivo que armazena os dados da Seção Eleitoral é retirado para a TOTALIZAÇÃO dos votos. O perigo mora aí, a fraude está armada novamente sob o beneplácito da imprensa paga, do TSE e STF. A coisa está tão escancarada, que o TSE pode até ” deixar ” Bolsonaro ganhar a eleição, no intuito do TSE mostrar a higidez dos sistema eleitoral. O intuito dessas pesquisas fajutas sem nada de ciência é ” acostumar ” as pessoas com a vitória do Vigarista Cachaceiro de Nove Dedos, o Nine das planilhas da corrupção das empresas bandidas, loucas para voltar a roubar o dinheiro do povo. Sílvio, teria como a Oeste entrevistar o hacker #VandaTheGod, preso em Uberlândia, sobre como entrar no sistema do TSE, ou o professor Diego Aranha? Ou vocês não ousariam tanto? Nós assinantes ficaríamos gratos com uma matéria substantiva. Vocês têm talento e informações para uma matéria devastadora contra os farsantes.

  18. Natan Monteiro
    Natan Monteiro

    Tentam moldar o imaginário popular de que o candidato A está na frente do candidato B, quando, na verdade, B está na frente. No dia da eleição, para surpresa de zero pessoas, B vence de forma esmagadora. Aí vêm os “especialistas” tentarem justificar o injustificável. O que vale mesmo é o dia da votação e ponto final. O eleitor também precisa votar por convicção, por valores, ideais. Se acredita num candidato de esquerda, vote nele; se é um de centro, vote nele; se é um de direita, vote nele…Mas jamais seja manipulado por pesquisas eleitorais. Elas já mostraram que não servem para nada. Servem apenas para atender a interesses de quem as faz.

  19. Jorge Alberto de Oliveira Marum
    Jorge Alberto de Oliveira Marum

    É verdadi eça pesquiza

  20. Moacir Lima
    Moacir Lima

    A Estatística, como ciência, é um desenvolvimento (matemático, sem dúvida) espetacular. É possível, com o uso da técnica, prever situações insondáveis de outra forma. Todavia, e aí mora o perigo, a amostragem em pesquisa tem quer ser representativa do Universo em estudo. Dito isto e concluindo: em 2018 um matemático da USP deu vitória do Haddad no segundo turno com 95% de certeza. A metodologia seguramente estava certa, sendo ele um professor da USP. A amostra pesquisada não.

  21. Luiz Antônio Alves
    Luiz Antônio Alves

    1. Fui professor da área. Sempre se discutiu bastante sobre as diferenças entre pequena amostra, grande amostra e censo. 2. Entrei no site de um instituto para ver se existia explicações sobre metodologia e objetivos da pesquisa, etc. Também queria ver o resultado por Estado ou quais cidades participaram da amostragem. Nada disso foi possível checar. Até que um ex-aluno me ajudou a encontrar a minha cidade de cerca de 500 mil habitantes. Lá estava 5 entrevistados. Ou seja, 5 pessoas, teoricamente, representariam 250 mil eleitores…. O chato é que um determinado candidato ganhou 4 votos na espontânea. Na última eleição o candidato do mesmo partido, na urna, recebeu 30% dos votos dos eleitores, apenas. 3. Estamos ainda com dúvidas se realmente essas pesquisas influenciam ou não o eleitor descolado dos assuntos políticos. Há razões para dizer que uma parte da população se influencia até com golpes superconhecidos como o do bilhete ou do certificado de vacinação falso…. 4. O pior de tudo é ter que provar para alguém que o professor ainda sabe mais que o aluno que não sabia quanto era 17% de cem (de cabeça). Viva a ciência!

  22. Robson Oliveira Aires
    Robson Oliveira Aires

    Ótimo artigo. Parabéns.

    1. Silvio Navarro

      Obrigado Robson! Abraço

  23. JOSE FERNANDO CHAIM
    JOSE FERNANDO CHAIM

    SE OS INSTITUTOS DE PESQUISA, PAGASSEM MULTAS ALTÍSSIMAS QUANDO HÁ ERROS DE ALTO ÍNDICE, A VERACIDADE DESSAS PESQUISAS COMEÇARIAM A SER CONCRETIZADAS!!

  24. MTM
    MTM

    Bolsonaro será derrotado em 2022 não pela ótima obra estrutural que fez em seu mandato com um governo também isento de corrupção, mas pelas besteiras incrivelmente burras que dizia dia sim, outro também durante a pandemia. A sofisticada organização criminosa lulopetista agradece aos deuses pela estupidez do cara, que dará de graça a eleição para a quadrilha.

    1. Dirceu Bertin
      Dirceu Bertin

      Aposto que não, hahaha

  25. Paulo Cesar Ferreira
    Paulo Cesar Ferreira

    Excelente reportagem. Na próxima matéria sobre o embuste dessas empresas de pesquisa, a Oeste poderia revelar quem são os donos/dirigentes, seus respectivos currículos e vínculos ideológicos / políticos.

    1. Paulo Ferreira
      Paulo Ferreira

      Boa ideia

    2. Silvio Navarro

      Obrigado, Paulo! Abraço

  26. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    A finalidade é motivar a oposição.

  27. Daryush Khoshneviss
    Daryush Khoshneviss

    Silvio, excelente artigo – esse assunto é de suma importância. Não deixe de martelar nessa tecla.
    Alguém quer maior “fake news” – MENTIRAS – do que essa velha midia esquerdopata vocifera por meio dessas pesquisas fajutas? E onde anda a “justiça” , que lacra, cancela, desmonetiza e prende quem fala a verdade, quem mostra o que de fato está acontecendo?
    Pesquisas com transparencia e eleições limpas, é o que precisamos. Infelizmente estamos muito distantes dessa realidade. Por conseguinte, se o Lulalau ganhar por conta dessas maracutaias – e somente será desse jeito se acontecer – o dólar vai a 10 reais e o Brasil estará no rumo de se tornar uma Venezuela tamanho família.

  28. Erasmo Silvestre da Silva
    Erasmo Silvestre da Silva

    Quem bota fé nesse TSE, pra regular pesquisas.
    E as pesquisas feita só por empresas que querem dinheiro público

  29. Clerio Antônio Correia de Melo
    Clerio Antônio Correia de Melo

    Lamentável, o Presidente é alvo a ser exterminado antes mesmo do pleito.
    Abraço a todos!

    1. João Pimenta Freire Fiilho
      João Pimenta Freire Fiilho

      Em Minas Gerais, em 1918, Dilma Roussef seria eleita senadora, de acordo com as pesquisas. São sempre os mesmos institutos que emitem fakenews na esperança de influenciar o eleitorado. Sempre favoráveis ao PT.
      Vergonha.
      Dilma 4ª colocada. Deveriam receber pesadas multas.
      E o TSE?
      Não faz nada.
      Muito estranho.

  30. Marcelo DANTON Silva
    Marcelo DANTON Silva

    A gente sabe!
    Os bancos ganharam horrores com o spread bancário na época Lula.
    Dilma caiu porque baixou os juros NA CANETADA. Sem ter base econômica pra isso..até hoje os bancos sofrem com os juros baixo.
    Dilma e parcela dos PTralhas, tiraram os bancos de suas equações politicas.. queriam só as empreiteiras e as processadoras de alimentos como BRF e JBS/MAFRIG.
    Odeiam o agronegócios…mas amam empresas processadoras de alimentos.
    NÃO SE ILUDAM!!
    NOVAMENTE….
    VÃO TENTAR FRAUDAR AS ELEUÇÕES em 2022.
    VAMOS REAGIR ..
    VAMOS COLOCAR UM BASTA NESSES CANALHAS de uma vez por todas…
    estão ha 35 anos ferrando a Nacção

  31. Wilson Martins de Assis
    Wilson Martins de Assis

    Esqueceram do cancelamento ou impugnação de 7,2 milhoes de votos que dariam a vitória no primeiro turno.

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