publicidade
Saúde

Prefeitura de São Paulo prorroga campanha de vacinação contra gripe

Imunização vai ser prolongada por tempo indeterminada, informa o Poder Executivo paulistano

Vacina é administrada por profissional, com seringa na mão
Prefeitura reforça o intuito de imunizar crianças acima de 6 meses | Foto: Reprodução/GovSP

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo informou que vai manter a vacinação contra o vírus da gripe por tempo indeterminado na cidade. A campanha tem como público-alvo toda a população acima dos 6 meses de idade.

Para receber a vacina, basta se dirigir a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima, de segunda-feira a sexta-feira. Aos sábados, o serviço de vacinação ocorre nas UBSs que são integradas às Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs), das 7h às 19h.

Receba nossas atualizações

+ Leia mais notícias de Saúde em Oeste

O objetivo da prorrogação é elevar a cobertura vacinal entre o grupo prioritário. Segundo o Ministério da Saúde, a aplicação do imunizante deve se dar especialmente em:

  • crianças de 6 meses a menores de 6 anos;
  • gestantes;
  • puérperas;
  • idosos;
  • povos indígenas; e
  • pessoas em situação de rua.

Conforme a SMS, desde o início da campanha de vacinação contra a influenza, em 22 de março, até o momento, foram aplicadas 2,5 milhões de doses do imunizante, equivalente a 46,94% do público prioritário.

A mudança, porém, não se estende necessariamente aos demais municípios do Estado de São Paulo, que anunciou o fim da campanha de imunização no domingo, 14.

Quais os riscos para idosos que não tomam a vacina da gripe?

Abertura da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe.
Campanha para vacinação contra gripe segue ativa na capital paulista | Foto: Governo do Estado de São Paulo

Segundo o Instituto Butantan, de todas as internações que ocorrem por influenza no Brasil, 70% são de pacientes acima de 60 anos. Mas os impactos também valem para outros grupos.

Leia mais:

Assim como os idosos, grávidas, crianças abaixo de 5 anos, pessoas com doenças crônicas e imunossuprimidos têm maior risco de desenvolver gripe grave quando não vacinados. Entre os mais velhos, isso ocorre devido à soma de comorbidades, como pressão alta, diabetes e problemas renais, que enfraquece o sistema imunológico.

Já entre crianças pequenas, o problema se dá devido à imaturidade do sistema imunológico. Entre gestantes, o problema ocorre por causa de alterações no sistema imune decorrentes dos hormônios e de outras mudanças no corpo.

Para esse grupo, as implicações possíveis de não tomar a vacina contra a gripe são o desenvolvimento de sintomas mais fortes, pneumonia viral e maior risco de evolução para quadros de insuficiência respiratória. Por isso, eles devem ser prioridade na hora da imunização.

Leia também: “Brasil: o país da dengue”, reportagem de Rachel Díaz publicada na Edição 220 da Revista Oeste


Revista Oeste, com informações da Agência Estado

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.