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Saúde

Deficiência de vitamina D atinge mais de 70% dos idosos brasileiros

Pesquisa de 2025 revela altos índices de deficiência e insuficiência desta substância em idosos, com recomendações para exposição solar, alimentação e suplementação, sempre com equilíbrio

Vitamina D idosos
Vitamina D é fundamental para a saúde óssea e muscular | Foto: Reprodução/Pexels

Mais de 70% dos idosos brasileiros apresentam níveis insuficientes ou deficientes de vitamina D, revela estudo publicado em 2025 na revista Ciência & Saúde Coletiva. A análise envolveu 26 pesquisas com 9.606 idosos de várias regiões do país.

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Os dados revelam que 34,2% têm deficiência de vitamina D (níveis abaixo de 20 ng/mL) e 35,2%, insuficiência (níveis entre 20 e 30 ng/mL).

A vitamina D é fundamental para a saúde óssea e muscular, por prevenir quedas e fraturas, condições comuns em idosos. Também é essencial para o funcionamento adequado do sistema imunológico e está relacionada à manutenção da função cognitiva. Sua deficiência aumenta o risco de osteoporose, fraqueza muscular, infecções e declínio cognitivo.

Fatores que podem levar à ausência de vitamina D

Os principais fatores que levam à deficiência entre idosos são a redução da exposição solar, comum devido a limitações físicas, e rotina dentro de casa, além de alterações metabólicas naturais do envelhecimento. Obesidade e doenças crônicas também prejudicam a absorção e a metabolização da vitamina D.

Leia mais: “Células de doadores com diabetes tipo 1 podem se tornar produtoras de insulina”

Para evitar a deficiência, recomenda-se exposição solar diária de dez a 15 minutos, preferencialmente nos braços e pernas, evitando horários de pico para prevenir danos à pele, conforme orienta a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, que também prega equilíbrio. O excesso de vitamina D, afinal, pode provocar problemas nos rins, por exemplo.

A alimentação deve incluir peixes gordurosos, ovos e alimentos fortificados, de acordo com orientações do Ministério da Saúde.

A suplementação, declara o o Instituto Nacional de Saúde dos EUA, deve ser feita somente com orientação médica, depois de avaliação dos níveis sanguíneos, para evitar riscos do excesso.

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