Startup que recebeu aporte milionário é considerada a ‘Tesla brasileira’

Com o capital, a Voltz poderá abrir uma nova fábrica em Manaus ainda este ano
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A parceria com os postos Ipiranga confirmam a tendência de veículos elétricos
A parceria com os postos Ipiranga confirmam a tendência de veículos elétricos | Foto: Divulgação/Voltz

A Voltzstartup pernambucana de motos elétricas, ficou conhecida como “Tesla brasileira”. Conforme noticiou ontem a Revista Oeste, a empresa conseguiu um aporte de R$ 95 milhões. O investimento ocorreu em uma rodada liderada pela Creditas e pelo Grupo Ultra, controladora dos postos Ipiranga. A montadora concentra, agora, o maior volume de injeção de recursos já feito pela Creditas desde a sua fundação, em 2012. O motivo: seguir as principais tendências do setor automotivo, no Brasil e no mundo. Uma dessas tendências é justamente o transporte com reduzido impacto ambiental. A partir de agora, a Creditas passa a ofertar modelos de financiamento também para as motos elétricas da Voltz.

Com o capital, a Voltz poderá abrir uma nova fábrica em Manaus ainda este ano, noticiou a Oeste. Atualmente, os produtos são fabricados, integralmente, na China, o que mostrou algumas desvantagens durante a epidemia de coronavírus. Além disso, a companhia quer ampliar o número de lojas/showrooms e criar um projeto-piloto para uma rede de recarga de baterias instalada nos postos Ipiranga. Hoje, a empresa faz as vendas exclusivamente por canais digitais e oferece uma rede de serviços por seus aplicativos. Entre eles estão o monitoramento da moto, mapeamento de outros usuários de motos Voltz e troca de bateria em caso de pane seca. A ideia é que todos esses recursos possam evitar que o motociclista fique sem combustível.

Leia também: “Produção de bicicletas é afetada por falta de peças”

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1 comentário

  1. Ah, se o Brasil valorizasse o etanol, como “bateria ecológica”, para posterior gerenciamento da energia elétrica… Não dependeríamos da China (parceira que passa rasteira sempre que vê oportunidade) para a importação de baterias (exportação de riquezas e empregos de qualidade), não aumentaríamos o potencial passivo ambiental causado pelas baterias químicas. Estou certo que esse futuro virá, mas poderíamos ser os pioneiros, não apenas “seguir a onda”.

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