No primeiro quadrimestre, o Brasil faturou US$ 50 bilhões com as exportações do agronegócio. A cifra corresponde a praticamente metade dos pouco mais de US$ 100 bilhões em receitas que o país teve com o mercado externo. Além disso, o valor mostra o crescimento de 4% sobre igual intervalo do ano anterior. E o montante é o maior já registrado para o período.
Os números fazem parte de um levantamento realizado por Oeste com dados oficiais. Eles mostram que o Brasil, assim, caminha para mais um novo recorde com as receitas das exportações do agronegócio em um ano. Para isso, o país envia um mix diverso ao exterior. Na listagem estão itens in natura (como grãos de soja) e materiais fabricados na indústria de transformação, alimentada com matérias-primas do campo (como o papel e a celulose).
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No topo das receitas com os embarques, aparecem o complexo da soja (que responde por 45% da cifra) e as carnes (14%). Ou seja: juntos, os dois segmentos fazem frente a quase 60% do faturamento nacional com o mercado externo.
A lista de destinos para os quais os produtos são enviados é vasta. Além da China, principal comprador, ela inclui cerca de 230 localidades. São países e territórios autônomos que o agronegócio nacional abastece com exportações, trazendo divisas para o Brasil.
Leia também: “O agro exporta coisas inimagináveis”, artigo de Evaristo de Miranda publicado na Edição 164 da Revista Oeste
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