Confiança do agro sobe com melhora da perspectiva econômica

Fiesp e CropLife Brasil apontam para um alinhamento dos ânimos na cadeia produtiva
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Produtores anteciparam compra de insumos para a próxima safra | Foto: Agência Brasil
Produtores anteciparam compra de insumos para a próxima safra | Foto: Agência Brasil

O Índice de Confiança do Agronegócio subiu no segundo trimestre do ano e atingiu 119,9 pontos, alta de 2,4 pontos em relação ao relatório anterior. O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira, 11, pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pela CropLife Brasil. As entidade afirmam que agora houve um alinhamentos dos ânimos na cadeia produtiva, com a retomada do entusiasmo das indústrias, que fecharam os dois trimestres anteriores com a confiança em queda. Segundo a metodologia do estudo, os resultados demonstram otimismo quando são superiores a 100 pontos e pessimismo quando ficam abaixo dessa marca.

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Para o diretor do Departamento do Agronegócio da Fiesp, Roberto Betancourt, a confiança acompanha, principalmente, os sinais de retomada da econômica. “O recuo da taxa de câmbio no trimestre também melhorou a situação das empresas com custos em dólar, como é o caso de diversos segmentos de insumos agropecuários”, analisa.

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Insumos agropecuários 

Com a maior alta entre os índices pesquisados, as indústrias de insumos chegaram a 117,1 pontos, com o aumento das compras para safra 2021/2022. “Aqueles que puderam, fecharam o segundo trimestre deste ano antecipando compras em relação ao mesmo período dos anos anteriores. O objetivo foi amenizar o impacto das recentes altas nos preços de fertilizantes e defensivos”, diz Christian Lohbauer, presidente executivo da Croplife Brasil.

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Produtores 

Apesar de manterem um patamar de confiança elevado (121,4 pontos), os produtores agrícolas registraram queda de 6,5 pontos no índice do segundo trimestre. Entre os fatores relacionados à diminuição do otimismo está a falta de chuva que prejudicou as lavouras de milho. Além disso, os preços dos grãos, que estavam em um patamar elevado, registraram queda e as recentes altas na taxa básica de juros influenciaram o custo dos financiamentos.

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