Estados com economia baseada no agro devem liderar retomada

Estado mais rico do país, São Paulo tem um desempenho mediano, com projeção de crescimento do PIB de 3,35% em 2021 (mesmo índice do Acre), amargando a modesta 13ª posição
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Estado que mais deve crescer é o Mato Grosso (4,97%), bem acima da estimativa de alta do PIB do Brasil
Estado que mais deve crescer é o Mato Grosso (4,97%), bem acima da estimativa de alta do PIB do Brasil | Foto: Alex Silva/Estadão Conteúdo

Um levantamento da MB Associados aponta que os Estados brasileiros cujas economias estão mais atreladas ao agronegócio devem registrar índices de crescimento maior em 2021 e liderar a retomada econômica do país no pós-pandemia.

Segundo o estudo, 15 Estados deverão registrar um avanço acima da média nacional neste ano — oito dos quais estão localizados nas regiões Centro-Oeste e Norte, além de grandes produtores agrícolas do Nordeste, como Piauí e Bahia.

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De acordo com essa projeção, o Estado que mais deve crescer é o Mato Grosso (4,97%), bem acima da estimativa de alta do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, de 3,2% em 2021. A menor taxa de expansão deve ficar com o Rio de Janeiro (2%).

Completam o grupo dos cinco Estados mais bem colocados no ranking de projeções da MB Associados Amazonas (4,78%), Rio Grande do Norte (4,37%), Piauí (3,99%) e Goiás (3,8%). No top 10, ainda aparecem Espírito Santo (3,75%), Rondônia (3,6%), Paraná (3,54%), Tocantins (também 3,54%) e Bahia (3,49%).

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Estado mais rico do país, São Paulo tem um desempenho mediano, com projeção de crescimento do PIB de 3,35% em 2021 (mesmo índice do Acre), amargando a modesta 13ª colocação na lista.

As cinco unidades da federação que deverão registrar o pior desempenho são Rio (2%), Pernambuco (2,01%), Amapá (2,31%), Distrito Federal (2,4%) e Sergipe (2,47%).

“A tendência que já temos visto nos últimos anos e que permanece é que Estados com uma base de commodities fortes tendem a ter uma recuperação um pouco mais forte, como é o caso dos estados do Centro-Oeste especialmente”, afirma o economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale.

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Com informações do G1

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