Anvisa recebe pedido de teste para varíola dos macacos

Pedido foi apresentado pela empresa Comércio e Indústria de Produtos Médico-Hospitalares e Odontológicos Ltda (CPMH)

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Varíola dos macacos se espalha pela Europa | Foto: Reprodução: Irina Starikova/Shutterstock
Varíola dos macacos se espalha pela Europa | Foto: Reprodução: Irina Starikova/Shutterstock

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu o segundo pedido de registro de kit para teste para monkeypox, a varíola dos macacos. O pedido, de acordo com a agência, é para o registro do produto Monkeypox Virus Nucleic Acid Detection Kit e foi apresentado pela empresa Comércio e Indústria de Produtos Médico-Hospitalares e Odontológicos Ltda (CPMH).

O diagnóstico da monkeypox no país é feito por meio de ensaios moleculares de PCR com metodologia desenvolvida pelo próprio laboratório de análise clínica, com base em protocolos validados. O pedido para o teste já está em análise pela equipe técnica da agência. Antes, a Anvisa já havia recebido o pedido de registro da empresa Biomédica. A primeira solicitação feita foi analisada e a reguladora emitiu exigência, que é um um pedido de informações e dados necessários para a conclusão da análise pela equipe técnica.

No começo desta semana, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou, pelo Twitter, que o governo está comprando o medicamento antiviral tecovirimat contra a varíola dos macacos.

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Segundo o tuíte, a compra será feita por intermédio da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e o medicamento será usado “para reforçar o enfrentamento ao surto de monkeypox no Brasil”. “Serão contemplados casos mais graves em um primeiro momento”, concluiu o ministro. A quantidade comprada e o prazo de entrega não foram informados.

O Brasil também anunciou, na semana passada, que está negociando a compra de 50 mil doses de vacinas contra a doença. Atualmente, apenas um laboratório no mundo fabrica o imunizante: a farmacêutica dinamarquesa Bavarian Nordic. Segundo o Ministério da Saúde, a OMS mantém contato com o laboratório para a vendas em nível global a países com casos confirmados.

Na sexta-feira 29, o governo federal confirmou a primeira morte pela doença no Brasil, de um homem de 41 anos, que morreu em Belo Horizonte. A vítima tinha câncer e baixa imunidade, quadro que foi agravado pela varíola dos macacos.

 

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