Governo passa pente-fino no ‘coronavoucher’

Ministério da Cidadania quer evitar fraudes e excluir os que não precisam mais do benefício
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Até empregados de estatais receberam o benefício | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL
Até empregados de estatais receberam o benefício | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL | Até empregados de estatais receberam o benefício | Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

Ministério da Cidadania quer evitar fraudes e excluir os que não precisam mais do benefício

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Quem mora no exterior ou está preso em regime fechado foi excluído do pagamento
Foto: DIVULGAÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

Para evitar fraudes no pagamento do auxílio emergencial e excluir aqueles que não precisam mais do benefício, o Ministério da Cidadania está passando um pente-fino nas informações cadastrais. A medida se intensificou depois de o “coronavoucher” ter sido prorrogado até dezembro deste ano no valor de R$ 300, conforme noticiou Oeste. De acordo com o governo, o alvo são pessoas que eram elegíveis ao auxílio e passaram a ter vínculo empregatício depois do início do recebimento da ajuda estatal. Da mesma forma, aquelas que obtiveram benefício previdenciário ou assistencial, do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal no período serão afetadas.

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“Uma rede interligada de órgãos de Estado garante a maior lisura possível ao processo de concessão dos benefícios, com acordos de cooperação técnica e parcerias com a AGU, a CGU, a Abin e a PF”, informou, em nota, o ministério. Além disso, algumas coisas mudaram. Na quinta-feira 3, o governo editou uma medida provisória, com regras para limitar o pagamento do “coronavoucher”. Entre elas, a declaração do Imposto de Renda de 2020 será critério de exclusão para quem teve rendimentos superiores a R$ 28.559,70 em 2019. Ou bens e direitos de valor superior a R$ 300 mil em 31 de dezembro de 2019. Quem mora no exterior ou está preso em regime fechado também foi excluído do pagamento.

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2 comentários

  1. Infelizmente a informalidade como os autônomos e comerciantes que na maioria das vezes realizam as suas atividades sem prestar contas junto aos órgãos públicos, usufruem desse benefício injustamente e muitas pessoas muito carentes não conseguem por falta de conhecimento.

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