Números para inglês ver: o que o Imperial College não previu na pandemia

Pesquisadores britânicos chegaram a estimar 50 vezes mais mortes por coronavírus no mundo do que as que realmente ocorreram
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Casos e mortes por coronavírus em queda no Brasil | Foto: iXimus/Pixabay
Casos e mortes por coronavírus em queda no Brasil | Foto: iXimus/Pixabay | conass, coronavírus, covid-19

Pesquisadores britânicos chegaram a estimar 50 vezes mais mortes por coronavírus no mundo do que as que realmente ocorreram

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Ilustração do novo coronavírus | Foto: Divulgação
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Uma das maiores referências para os arautos do caos, o Imperial College London publicou, em 26 de março deste ano, suas previsões para o número de mortes pela covid-19 em 250 dias de pandemia. O modelo desenhado pelos britânicos foi feito em três cenários. No primeiro, os cidadãos de cada país poderiam agir como bem entendessem. Nos outros dois, haveria restrições impostas pelos governos em maior e menor grau. Só faltou combinar com os números reais.

Oficialmente, a epidemia de coronavírus começou em 31 de dezembro de 2019 — data em que foi notificada a primeira contaminação humana com o vírus chinês. O 250º dia, portanto, foi a última segunda-feira, 7 de setembro.

O que a equipe inglesa previu

A projeção menos pessimista dos pesquisadores ingleses indicava nessa data 1.858.000 mortes por covid-19 em todo o planeta. A mais pessimista, 40.624.000 — ou seja, quase 50 vezes mais que o registrado no mais recente boletim da Organização Mundial da Saúde (OMS), que contabilizou em 7 de setembro menos de 900 mil óbitos por coronavírus no mundo.

Imagem retirada do “Report 12 — The global impact of covid-19 and strategies for mitigation and suppression”, publicado pelo Imperial College em 26 de março de 2020

O que aconteceu no mundo

A tabela abaixo apresenta os números nas dez nações com maior número de óbitos causados pela pandemia, mais a Suécia — país que preferiu não impor medidas restritivas. Na primeira coluna, as mortes acumuladas em 250 dias de acordo com os dados da OMS. Nas seguintes, as previsões do Imperial College nos três cenários: “sem restrições” (em que cada cidadão decide quais medidas vai tomar), “1º modelo restritivo” (medidas tomadas depois de registradas 0,2 morte para cada 100 mil habitantes) e “2º modelo restritivo” (medidas tomadas depois de registradas 1,6 morte para cada 100 mil habitantes).

 

 

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