Falta de vacina da AstraZeneca faz Ministério da Saúde autorizar 2ª dose da Pfizer

Brasil deve receber 11,6 milhões de doses da AstraZeneca este mês
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Nota técnica do Ministério sobre alteração de vacinas foi publicada no fim do último mês | Foto: Willian Moreira/Futura Press/Estadão Conteúdo
Nota técnica do Ministério sobre alteração de vacinas foi publicada no fim do último mês | Foto: Willian Moreira/Futura Press/Estadão Conteúdo

O Ministério da Saúde autorizou a aplicação do imunizante da Pfizer como substituto da segunda dose da vacina da AstraZeneca. A pasta informou que a mudança é recomendada apenas “em situações de exceção, onde não for possível administrar a segunda dose do imunizante com uma vacina do mesmo fabricante, seja por contraindicações específicas ou por ausência daquele produto no país”.

Leia mais: “Covid-19: EUA autorizam terceira dose da vacina para transplantados”

A nota técnica do Ministério foi publicada no fim do último mês e usou dois artigos científicos para embasar a recomendação de misturar vacinas.

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Estados brasileiros têm reportado falta do imunizante da AstraZeneca. Isto é consequência da redução do volume de remessas ao Brasil. Entre abril e junho, a farmacêutica mandou para o país 60 milhões de doses. Mas em julho, apenas 14,5 milhões de doses foram enviadas. A previsão para agosto é de que apenas 11,6 milhões de doses sejam entregues.

Leia também: “Os impasses da vacinação no Brasil”, reportagem publicada na Edição 72 da Revista Oeste

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6 comentários

  1. Somos todos cobaias de um experimento gigantesco, cujos únicos beneficiados são os laboratórios que vão ganhar dezenas de bilhoes de dólares.

  2. Pesquisas na Inglaterra descobriram uma maior cobertura contra o COVID quando a segunda dose é de um fabricante diferente da primeira. Isso porque a Astrazeneca usa um adenovírus (vírus conhecido do sistema imunológico porém com o seu conteúdo alterado com o dna do covid) e a Pfizer utiliza o DNA mensageiro do Covid. Enfim, misturar não é problema, apenas deixa o nosso sistema imunológico mais ‘esperto’ para detectar e eliminar o Covid. Acho que faltou explicar isso nessa matéria.

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