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Brasil

Personal trainer é morto a tiros no Distrito Federal

Alef Vogado foi assassinado com nove disparos na noite de quarta-feira 16; polícia investiga a motivação do crime

personal trainer morto
Alef Vogado, de 29 anos, era personal trainer | Foto: Reprodução/redes sociais

Um personal trainer foi morto a tiros em frente a um parque no Distrito Federal. O professor de educação física Alef Vogado, de 29 anos, foi executado na noite de quarta-feira 16, em Ceilândia, região administrativa que fica a 30 km do centro de Brasilía.

Alef foi atingido por pelo menos nove disparos de arma de fogo. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal foi acionado, mas, quando chegou ao local, o profissional de educação física já estava morto.

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De acordo com a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), o homem foi baleado na cabeça, no rosto, no tórax e nas pernas. O crime ocorreu por volta das 19 horas, próximo a um parque, às margens da BR-070.

Informações preliminares sobre a morte do personal trainer

personal trainer morto 2
Alef Vogado também era pai e deixa um filho | Foto: Reprodução/redes sociais

Conforme o relato de testemunhas, Alef estava em casa, quando alguém o chamou no portão. A mulher e o filho dele não estavam na residência no momento do ocorrido.

Houve, então, uma conversa de aproximadamente dez minutos. Na sequência, vários disparos foram efetuados contra o personal trainer. Os atiradores fugiram em um Fiat Uno vermelho.

Por enquanto, não se tem mais desdobramentos do caso e o que motivou o assassinato do personal trainer.

Ibsen Aguiar, de 30 anos, primo de Alef, diz que o familiar nunca se envolveu com criminalidade. De acordo com ele, o professor de educação física tinha uma vida correta.

“A gente está perdido ainda”, afirmou Ibsen. “O Alef não tinha guerra com ninguém. Nunca se envolveu com criminalidade. Pelo contrário, ele sempre foi uma pessoa referência, tanto na igreja quanto no trabalho.”

De acordo com Ibsen, a família não tem sequer suspeita do que pode ter motivado o crime. “A princípio, ninguém teria uma relação de inimizade com ele.” O primo de Alef afirma que a família não quer alimentar um “ciclo de ódio”, mas cobra justiça por parte das autoridades.

A Polícia Civil do Distrito Federal investiga o caso, por meio da 24ª Delegacia de Polícia, que fica em Ceilândia.

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