PF cria força-tarefa contra crimes cibernéticos

A ação é inédita no país e tem o objetivo de trocar informações com as instituições para combater os hackers
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A expectativa é que este compartilhamento de informações gere um constante aperfeiçoamento das defesas digitais por parte das instituições e das empresas
A expectativa é que este compartilhamento de informações gere um constante aperfeiçoamento das defesas digitais por parte das instituições e das empresas | Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal (PF) vai celebrar parcerias com instituições financeiras e gigantes do e-commerce para formar uma força-tarefa. O objetivo: fortalecer o combate aos crimes cibernéticos.

A iniciativa do órgão é inédita no país. Entre as empresas que vão participar da troca de informações estão Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Santander, XP, Mercado Livre e Zetta. A Federação Nacional dos Bancos e associações financeiras, de crédito e de varejo também participam da força-tarefa.

O principal objetivo da iniciativa é que tanto a PF quanto os parceiros possam entender melhor o modus operandi dos criminosos virtuais, além de terem formas de se antecipar para possíveis ataques digitais.

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“O crescimento de ataques virtuais — como, por exemplo, as extorsões digitais conhecidas como ransomware — sofridos por instituições públicas e empresas reforçam a necessidade de uma atuação conjunta e preventiva”, informou o órgão.

A expectativa é que este compartilhamento de informações gere um constante aperfeiçoamento das defesas digitais por parte das instituições e das empresas.

A força-tarefa ainda visa desarticular organizações criminosas que cometem crimes cibernéticos, preservar a soberania nacional de ataques contra instituições públicas brasileiras e, um dos efeitos esperados, é o fortalecimento da segurança nacional para atrair investimentos externos.

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7 comentários Ver comentários

  1. Muito boa a notícia. Em ano de eleições e com o hacker político solto, os ataques podem sim, vir de outros países… Não significa que possam ser russos…

  2. Vejam só… E eu que acreditava que essa PF já dominava esse assunto há muito tempo, inclusive seria uma função fundamental que se criasse essa força-tarefa logo no início, nos primórdios da era digital. Aquele exemplo do hacker que, segundo ele, perambulou pelos escaninhos digitais do supercomputador do TSE, o super do Barroso, durante meses a fio, só para ficar de butuca, não sei fazendo o que, ilustra muito bem o despreparo dessas instituições para esse tipo de crime. É isso aí.

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