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Polícia apreende 7 mil garrafas de azeite adulterado

A apreensão ocorreu no Espírito Santo, mas culminou na interdição de uma fábrica em São Paulo

Azeite apreendido no ES
Os agentes encontraram os produtos em um supermercado | Foto: Divulgação/Polícia Civil

Nesta quinta-feira, 12, a Polícia Civil do Espírito Santo realizou uma operação para combater a venda de azeites adulterados na Grande Vitória. Durante a ação, cerca de 7 mil garrafas de azeite falsificado foram apreendidas em distribuidoras nos municípios de Serra e Vila Velha.

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Segundo o portal g1, as investigações mostraram que os produtos, vindos de São Paulo, continham apenas óleo de cozinha em vez de azeite. A operação, que teve colaboração do Ministério da Agricultura e Pecuária, resultou na interdição da fábrica paulista, responsável pela produção dos produtos adulterados.

“Essa foi uma ação coordenada nacionalmente, e, em São Paulo, interditamos a empresa que inicialmente produzia o produto”, afirmou o delegado Eduardo Passamani, da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor.

Azeite, como não ser enganado
São preferíveis os azeites com data de colheita recente | Foto: Reprodução/Pixabay

Distribuidoras de azeite serão investigadas

O delegado informou que o papel das distribuidoras vai ser investigado. Ele não descarta envolvimento das empresas na falsificação.

“A princípio, uma delas a gente descarta qualquer conluio ou participação na falsificação”, disse Passamani. “A outra a gente não acha que vai ter envolvimento direto, a ciência que o produto era falsificado. Mas, a partir do momento que encontramos material que já havia tido a venda proibida, ela vai ser investigada para saber se ele foi vendido antes ou depois da proibição.”

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Segundo o delegado, a fabricante alegava produzir óleo misto, mas enganava os consumidores ao usar rótulos de azeite. Na operação desta quinta-feira, a fiscalização identificou que não se tratava de óleo misto, mas sim óleo de cozinha.

“O fabricante dizia que ia produzir óleo misto, mas botava rótulo de azeite”, explicou o delegado ao g1. “Quando era descoberta, tentava recuperar a mercadoria para trocar o rótulo e vender o mesmo produto. Só que, desta vez, foi ainda mais grave, porque a fiscalização foi feita no local e foi identificado que nem óleo misto era, era só óleo de cozinha mesmo.”

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