Reitoria da USP mantém uso obrigatório de máscaras

Decisão continua valendo mesmo com a melhora nos indicadores de saúde no Estado de São Paulo
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A comissão também recomenda o uso do acessório em ambientes abertos dos campi
A comissão também recomenda o uso do acessório em ambientes abertos dos campi | Foto: Reprodução/USP

A Reitoria da Universidade de São Paulo (USP) decidiu manter a obrigatoriedade do uso de máscaras nos ambientes fechados da instituição. A decisão foi divulgada na segunda-feira 18.

Segundo o comunicado, a manutenção do uso de máscaras é por recomendação da Comissão de Assessoria de Saúde da Reitoria.

A decisão continua valendo mesmo com a melhora nos indicadores de saúde no Estado de São Paulo, corroborado pela comissão. A universidade afirma que “a justificativa para isso é que as atividades acadêmicas exigem que os alunos permaneçam longos períodos próximos uns dos outros em ambientes fechados, o que favorece a transmissão do vírus”, segundo Carlos Gilberto Carlotti Junior, reitor da USP.

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A comissão também recomenda o uso do acessório em ambientes abertos dos campi, “sempre que houver maior concentração de pessoas”. A reitoria da USP só permite que pessoas vacinadas frequentem as dependências da universidade mediante cadastro do comprovante de vacinação.

Aluno da USP é constrangido por não usar máscara

No último dia 8, um aluno do curso de Gestão e Políticas Públicas da USP foi constrangido em sala de aula. A razão: recusou-se a usar uma máscara anticovid-19.

Segundo o governo paulista, o uso do equipamento é obrigatório apenas nos transportes públicos e nas unidades médico-hospitalares. A utilização é opcional em ambientes abertos e fechados, como escritórios, comércios, salas de aula e academias. As orientações valem desde 17 de março.

Essas regras, contudo, foram desrespeitadas por Alessandro Soares da Silva, professor da disciplina Sociedade e Estado. Durante a aula, o docente intimidou o universitário Wesley Caíque e Silva: “Você não pode ficar sem máscara. Terá de sair do campus”, ressaltou. O universitário rebateu: “Onde está escrito isso?”.

Soares empostou a voz e disse: “Sou servidor público. Você terá de pôr a máscara — ou sair da sala”, afirmou. “Escolha. Há duas opções.” O aluno perguntou quem iria retirá-lo. “A guarda universitária”, respondeu o professor.

Leia também: “As universidades caminham para o fim?”, reportagem de Dagomir Marquezi publicada na edição 59 da Revista Oeste

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12 comentários Ver comentários

  1. Já passou da hora de acabar com essas ditas “universidades públicas”. Não servem para nada e gastar o dinheiro do contribuinte à toa. Redutos de esquerdopatas dementes.

  2. Não me parece medo do covid, mas uma forma de manter o controle, mostrar quem manda, muito parecido com a ditadura chinesa…
    um processo sobre o professor por constrangimento cairia bem.

    1. Bem colocado, Bicalho, se os outros alunos não fossem tão frouxos, covardes, medrosos, cagões, também retirariam as focinheiras. Queria ver o babaca do “profeçor” expulsar todo mundo. Ia dar um baita BO. Tempos de gente fraca.

  3. Se o reitor da maior universidade do Brasil é suficientemente ignorante para decretar tal absurdo negacionista, o que esperar da pobre comunidade docente que sai desse antro?

  4. Quem te viu, quem tem vê! Pobre e decadente USP. Reduto de professores esquerdistas que abandonaram a arte de lecionar para militar a favor de benesses e regalias próprias.

  5. Precisa perguntar ao ditador da USP qual vírus. Menos de 100 mortes por dia no Brasil, da em média pouco mais de 3 por estado. Sem falar que a cidade de São Paulo tem dado zero mortes. Entre idosos, comorbidades,etc.. A “siensia” tomou conta da reitoria. Que penúria!

  6. Todos os estudos sérios (mais de 40, tenho os links) comprovam que as máscaras não evitam contágio viral e, pior ainda, causam problemas de saúde. Não há um único estudo que demonstra a eficácia desse método imbecil. Máscaras não tem nada a ver com saúde e sim com obediência, submissão e deficiência mental.

  7. A USP está cada dia pior. Triste sina de um lugar que se tornou a vanguarda do atraso. Tem que acabar com essas universidades publicas que são reduto da esquerda mais radical e burra! Aluno pobre e com mérito deve receber bolsa do governo em qualquer escola. Sem a gratuidade essas universidades publicas vão buscar qualidade ou fecham. Esse dinheiro que o MEC joga fora nessas universidades cabides da esquerda seria usado para fazer a escola pública fundamental de tempo integral e qualidade.

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