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Brasil

Vídeos mostram destruição da Rio–Santos

Trechos da estrada podem ter desaparecido, sugeriu o governador Tarcísio de Freitas

Rio-Santos

Vídeos publicados pelo Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo e pelo governo do Estado mostram a destruição da Rodovia Dr. Manoel Hyppólito Rego, conhecida como Rio–Santos, que liga a capital fluminense a Santos, no litoral de São Paulo. Houve deslizamento de terra e queda de barreira no quilômetro 174, na região de Juquehy.

Nestas imagens feitas por drone, é possível observar o tamanho dos danos e o trecho atingido da Rio–Santos, a SP-055, informou o DER, ao publicar o vídeo.

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O governo de São Paulo também publicou um vídeo com imagens aéreas do quilômetro 174 da Rio–Santos.

Na segunda-feira 20, o governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas, disse que um trecho da Rio–Santos pode ter desaparecido. “Um volume de terra se deslocou em uma extensão tão grande que a gente até levanta a hipótese de a rodovia ter sido arrastada junto”, declarou o governador, depois de sobrevoar a região.

Depois das chuvas, que começaram no sábado, Tarcísio decretou estado de calamidade pública no domingo 19 nas cidades de Ubatuba, São Sebastião, Ilhabela, Caraguatatuba e Bertioga.

O governador transferiu temporariamente seu gabinete para São Sebastião, a cidade mais afetada na região. Em 18 horas, entre sábado e domingo, choveu 683 milímetros no município. A média para todo o mês de fevereiro é de 300 milímetros.

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2 comentários
  1. Christian
    Christian

    Conheço a Rio Santos desde que foi construída. Nunca foi uma referência em construção sólida. Hoje foi neste trecho, amanhã será noutro.
    Não tem jeito, terão de revisar toda a estrada.

  2. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Nessas encostas é comum e muito necessária a construção de calhas pré-fabricadas de concreto com descidas d’água em espaços adequados, justamente para desviar as águas para locais apropriados. Essas calhas ficam a montante da rodovia e seguem paralelas a ela onde existem cortes. A pergunta é a seguinte: Essas calhas são monitoradas todos os anos antes das chuvas? São ou não são?

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