Banco Central espera forte queda do PIB no 2° trimestre

"O cenário básico considerado pelo Copom passou a ser de uma queda forte do PIB na primeira metade deste ano, seguida de uma recuperação gradual a partir do terceiro trimestre", diz a ata do Copom.
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A nova cédula foi anunciada há cerca de um mês pelo Banco Central | Foto: GIL FERREIRA/AGÊNCIA CNJ
A nova cédula foi anunciada há cerca de um mês pelo Banco Central | Foto: GIL FERREIRA/AGÊNCIA CNJ | Partidos

Dado está na ata da última reunião do Copom, que cortou a taxa Selic para 3% ao ano, o menor valor da história

Banco Central
Sede do Banco Central do Brasil, em Brasília | Foto: GIL FERREIRA/AGÊNCIA CNJ

O Comitê de Política Monetária (Copom) divulgou nesta terça-feira a ata da reunião da última quarta-feira, 6, que diminuiu em 0,75 ponto porcentual a Selic, para 3% ao ano, o menor valor da taxa na história.

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De acordo com o documento, projeta-se uma “recessão global com poucos precedentes históricos” e a expectativa é que a economia brasileira deva sofrer forte contração no segundo trimestre deste ano.

“O cenário básico considerado pelo Copom passou a ser de forte queda do PIB na primeira metade deste ano, seguida de recuperação gradual a partir do terceiro trimestre”, informou a ata, de acordo com o portal G1.

As previsões de queda do PIB acontecem em meio à pandemia do coronavírus, que está deixando grande parte da atividade econômica mundial paralisada e levando o planeta a uma profunda recessão.

Como a economia está mostrando sinais de deflação, com a expectativa de inflação ficando abaixo do piso da meta do BC, a queda de juros mostra que o Copom busca alcançar a meta, que é de uma inflação de 4%, com tolerância de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos.

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