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Economia

Com recuo de custos, Índice Nacional da Construção Civil varia 0,24%

No acumulado dos últimos 12 meses, a taxa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) alcançou 4,03%

IBGE divulgou o Índice Nacional da Constução Civil (Sinapi) nesta terça-feira, 10
IBGE divulgou o Índice Nacional da Constução Civil (Sinapi) nesta terça-feira, 10 | Foto: Licia Rubinstein/Agência IBGE Notícias

Em novembro, o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) apresentou uma variação de 0,24%, que indica uma desaceleração em relação ao 0,53% de outubro. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados nesta terça-feira, 10.

No acumulado dos últimos 12 meses, o índice alcançou 4,03%. Assim, superou os 3,86% dos 12 meses anteriores, em uma leve tendência de alta nos custos do setor.

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O custo da construção por metro quadrado aumentou de R$ 1.782,51, em outubro, para R$ 1.786,82, em novembro. Desse novo valor, R$ 1.031,57 correspondem aos materiais e R$ 755,25, à mão de obra.

A taxa dos materiais foi de 0,41%, que representa uma redução de 0,38 ponto porcentual em comparação ao mês anterior, quando registrou 0,79%. Essa taxa representa a quarta maior registrada no ano. Comparado a novembro de 2023 (0,08%), houve alta de 0,33 ponto porcentual.

Variações de custos de materiais e mão de obra

Mão de obra da construção civil
Mão de obra da construção civil | Foto: Pixabay

A variação na mão de obra foi de 0,01% — uma queda em relação ao mês anterior, que foi de 0,16%, e ao mesmo período de 2023, que foi de 0,08%. Conforma o IBGE, a redução está ligada à ausência de novos acordos coletivos.

De janeiro a novembro, os acumulados foram: 2,98% (materiais) e 4,83% (mão de obra). Já os acumulados em 12 meses ficaram em 3,25% (materiais) e 5,09% (mão de obra), respectivamente.

Desempenho regional na construção civil

Na análise regional, o Sudeste apresentou a maior variação, com um aumento de 0,30%. Segundo o IBGE, isso se deve, principalmente, ao crescimento nos custos dos materiais em todos os Estados.

As outras regiões registraram variações menores: Norte, com 0,16%; Nordeste, com 0,22%; Sul, com 0,26%; e Centro-Oeste, com 0,10%. As flutuações regionais mostram a influência de fatores locais nos custos de construção.

Leia também: “Em vez da TV nova, comida”, reportagem de Amanda Sampaio publicada na Edição 246 da Revista Oeste

Entre os Estados, o Espírito Santo teve a maior taxa de variação em novembro, com 0,68%. Ela foi impulsionada pelo aumento no custo dos materiais.

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