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Economia

Banco do Brasil e Correios fecham mega-acordo de R$ 2,3 bi

A operação, segundo a instituição bancária, seguiu critérios internos e foi conduzida de forma independente

Banco do Brasil
Sede do Banco do Brasil, em Brasília | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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O Banco do Brasil e os Correios firmaram uma parceria comercial de R$ 2,3 bilhões para serviços postais nos próximos cinco anos, sem concorrência, já que 97,8% das postagens estão sob monopólio dos Correios. O banco afirmou que os valores são regulados e aplicados igualmente a todos os clientes, sem tratamento diferenciado. Além disso, os Correios recentemente obtiveram um empréstimo de R$ 12 bilhões de cinco bancos, incluindo o Banco do Brasil, e estão em negociações para um novo crédito de R$ 7 bilhões.

Uma nova parceria comercial que envolve Banco do Brasil e Correios movimenta o mercado financeiro, com a assinatura de contrato de R$ 2,3 bilhões para serviços postais nacionais e internacionais pelos próximos cinco anos. A operação, segundo o banco, seguiu critérios internos e foi conduzida de forma independente.

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De acordo com o Banco do Brasil, não houve concorrência no processo de contratação, pois cerca de 97,8% das demandas de postagem estão sob o monopólio postal dos Correios, o que inviabiliza a participação de outras empresas. Para serviços fora desse monopólio, especialmente em áreas remotas, não existem alternativas com a mesma cobertura nem capacidade operacional. A informação é do jornal Valor Econômico.

Leia também: “Babá do Brasil” artigo de Augusto Nunes e Cristyan Costa na Edição 329 da Revista Oeste

Valores e condições do contrato

O banco destacou ainda que os valores cobrados pelos Correios seguem tabelas reguladas ou políticas comerciais padronizadas, sem possibilidade de negociação individual. “Ressalta-se que o contrato é de adesão e aplicado igualmente a todos os clientes, de modo que o Banco do Brasil se submete às mesmas condições, sem tratamento diferenciado”, explicou a instituição.

Recentemente, os Correios também realizaram um empréstimo de R$ 12 bilhões com bancos, incluindo o Banco do Brasil, além de Caixa, Bradesco, Itaú e Santander. A estatal ainda negocia novo crédito estimado em R$ 7 bilhões.

Leia também: “O fracasso do Desenrola” artigo de Carlo Cauti na Edição 329 da Revista Oeste

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1 comentário
  1. FLAVIO AUGUSTO ROSSI
    FLAVIO AUGUSTO ROSSI

    QUE MEGA ACORDO… A BOSTA DOS CORREIOS DÁ ISSO DE PREJUIZO POR MÊS….

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