Compra e venda de imóveis batem recorde em 2021

Em relação a 2020, primeiro ano em que a plataforma eletrônica e-Notariado esteve disponível, alta foi de quase 27%
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Compra e venda de imóveis registrou crescimento em 2021
Compra e venda de imóveis registrou crescimento em 2021 | Foto: Divulgação

O registro de escrituras de compra e venda de imóveis em cartórios de notas do país teve aumento em 2021, na comparação com o ano anterior, segundo dados da plataforma eletrônica e-Notariado.

Por ela, a transação on-line é realizada por meio de videoconferência com o tabelião, o comprador e o vendedor. O formato permite que as pessoas estejam em locais distintos.

Em relação a 2020, primeiro ano em que o e-Notariado esteve disponível, a alta foi de quase 27% no ano passado, chegando a mais de 1,5 milhão de atos — maior aumento da série histórica, iniciada em 2007. Já na comparação com a média dos últimos dez anos, o crescimento foi de 17,5%.

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Os dados foram reunidos pela Central de Serviços Eletrônicos do Colégio Notarial do Brasil (Censec), administrada pelo Colégio Notarial (CNB/CF).

No modelo virtual, a escritura é assinada digitalmente, seja por meio do certificado digital Notarizado (emitido gratuitamente pelo cartório) seja por ICP-Brasil, uma assinatura digital de padrão nacional.

Preço dos imóveis

Como noticiado por Oeste, o preço médio dos imóveis no Brasil aumentou 5,3% no ano passado, atingindo o maior patamar registrado pelo setor em sete anos, de acordo com as informações do Índice FipeZAP+ (coletadas em parceria da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas com o site Zap+). Os valores cresceram em 47 dos 50 munícipios analisados pela pesquisa.

Em 14 das 50 maiores cidades do país, o reajuste do preço das propriedades superou a inflação projetada de 9,7%, medida pelo IPCA. Além disso, segundo os dados do índice, em cinco capitais houve variação do preço médio acima dos 10% em 2021. Em Vitória, capital do Espírito Santo, foi registrado o maior aumento acumulado do ano — quase 20%. Em segundo lugar, aparece Maceió (AL), com 18,5%. Salvador foi a cidade com a menor variação acumulada em 2021, cerca de 1,5%.

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2 comentários Ver comentários

  1. Em tempo: a taxação sobre imóveis no Brasil ( ativo de ricos) ainda é ridiculamente baixa. Aqui, taxamos o consumo, que proporcionalmente incide mais sobre os pobres.

  2. Tomando um uísque (meu) com um suiço rico, me atrevi a pedir uma dica de investimento: – Se vc morra no Brrasil, imóvel. Nem conta na Suiça tem garrantia. Vejam só…

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