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Economia

Economistas estimam desaceleração de crescimento do PIB da China em 2024

Dos 25 economistas consultados pela Nikkei Asia, 23 acreditam que o crescimento do Produto Interno Bruto do país asiático fique próximo de 5%

Contas públicas da China | A dívida pública chinesa, aparentemente, é muito maior do que se imaginava | Foto: Reprodução/Shutterstock
Os problemas no setor imobiliário estão afetando a recuperação econômica da China | Foto: Reprodução/Shutterstock

A Nikkei Asia, plataforma japonesa de jornalismo, estima que o crescimento econômico da China deve desacelerar em 2024 para um crescimento de 4,6% — ante os 5,2% previstos para 2023. A análise teve a participação de 25 economistas na pesquisa promovida pelo jornal.

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Dos 25 economistas consultados pela Nikkei Asia, 23 acreditam que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país fique próximo de 5%, a meta oficial de Pequim. O contexto mais crucial analisado pela pesquisa é o da crise chinesa no mercado imobiliário e de estagnação do consumo.

Apesar do crescimento satisfatório, a taxa do PIB chinês para 2023 foi favorecida devido a sua base de comparação ter sido o desempenho ruim do ano anterior com a política de “covid zero” adotada pelo governo comunista. Segundo o Banco Mundial, o crescimento da economia chinesa foi de 3% no período de 2022.

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S&P Global Ratings prevê cenário negativo a depender do setor imobiliário

Casas China
O impacto do cenário negativo aparecerá substancialmente mais em 2024 | Foto: Reprodução/South China Morning Post

A agência de classificação de riscos S&P Global Ratings prevê um crescimento de 4,6% do PIB da China em 2024. Contudo, cita-se um possível desempenho de 2,9% em um eventual cenário negativo no setor imobiliário.

Leia também: “Lucas Costa Beber, novo presidente da Aprosoja-MT: ‘A China precisa da Soja do Brasil'”

“Com 2023 já no seu último trimestre, o impacto do cenário negativo aparecerá substancialmente mais em 2024”, disse a chefe de pesquisa de crédito da S&P Global Ratings, Eunice Tan. “Os problemas no setor imobiliário estão afetando a recuperação econômica da China, o que afeta ainda mais as vendas de propriedades.”

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