Petrobras defende aumento de combustíveis contra desabastecimento

Empresa afirma que a medida foi necessária para manter mercado funcionando
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Petrobras dá resposta depois de semana de contestação política e da sociedade
Petrobras dá resposta depois de semana de contestação política e da sociedade | Foto/Reprodução: Flickr

A Petrobras divulgou um comunicado nesta sexta-feira, 18, para defender o reajuste dos preços dos combustíveis anunciado na semana passada. A empresa sustenta que a decisão foi tomada com base em análise responsável do cenário internacional e visa a evitar riscos, como o desabastecimento do mercado nacional.

Os reajustes foram de 18% na gasolina e 25% no óleo diesel, em resposta à disparada dos preços internacionais do petróleo, consequência econômica da invasão da Ucrânia pela Rússia.

“Esse movimento da companhia foi no mesmo sentido de outros fornecedores de combustíveis no Brasil, que, antes da Petrobras, já haviam promovido ajustes nos seus preços de venda, e necessário para que o mercado brasileiro continuasse sendo suprido, sem riscos de desabastecimento, pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros produtores, além da Petrobras”, manifestou a empresa no comunicado.

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A Petrobras ainda destacou que “tem sensibilidade quanto aos impactos dos preços na sociedade e mantém monitoramento diário do mercado nesse momento desafiador e de alta volatilidade, não podendo antecipar decisões sobre manutenção ou ajustes de preços”.

Petrobras sob pressão

Nos últimos dias, o reajuste dos combustíveis deflagrou uma série de pressões sobre a Petrobras. Na quarta-feira, 16, o presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que, em sua opinião, a Petrobras é uma empresa “que poderia ser privatizada hoje”.

No mesmo dia, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), cobrou um recuo da Petrobras no aumento de preços de combustíveis.

Na terça-feira, 15, a Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava) entrou com um processo para derrubar a política de preços da Petrobras. A ação, no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, com sede em Brasília, critica os preços dos combustíveis atrelados ao mercado internacional.

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9 comentários Ver comentários

  1. O Joaquim Silva e Lula está pior do que o Castelo Branco. O Quinca é uma barara tonta, que acata tudo que o conselho de vigaristas definem nessa maldita estaral. Essa desgraça está acabando com o povo brasileiro.

  2. O povo brasileiro tá fudido com essa empresa. Ela sobe o valor dos combustíveis quando o dólar aumenta, e também quando o valor do barril também aumenta. Infelizmente o povo frouxo é explorado duas vezes.

  3. Os preços de combustíveis tem que estar atrelado aos preços internacionais e repassados aos consumidores tanto qdo aumenta como também qdo diminui.

  4. Na história do homem, nos momentos de conflitos bélicos e que surgem um maior número de avanços tecnológicos, e nos momentos de escassez é que surgem inovações.
    Não é o caso de revitalizar o programa do álcool e outros combustíveis renováveis?

  5. Na verdade a Petrobrás continua sendo saqueada, agora com dividendos fictícios fabulosos e bonificações igualmente fabulosas à sua diretoria, que já tem salários estrondosos. A Petrobrás era do povo, já foi orgulho de todo brasileiro, e após o pt, virou uma viúva estuprada por todos, até o aluguel absurdo do terreno onde construíram a sede é aviltante, símbolo dessa roubalheira “legal”.

  6. Perdem a razão quando usam outras empresas como álibi. Cada empresa tem características ´próprias, a a Petrobras é conhecida por ser um cabide de empregos e ineficiente como gestora de negócios. Isso tudo quem paga é o consumidor, e a causa é o monopólio.

  7. Responsabilidade é palavra-chave pra não quebrar o negócio!
    É claro que os esquerdistas descordam, nunca souberam tocar qualquer coisa!
    Ao contrário, são cupins do mercado:
    Conservador-Liberal arruma a casa, esquerdistas destróem economias desde sempre.

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