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Quais empresas podem se interessar pela compra dos Correios?

Ministro das Comunicações, Fábio Faria cita alguns nomes
Governo federal quer privatizar os Correios
Governo federal quer privatizar os Correios | Foto: Arquivo/Agência Brasil

O ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD), aproveitou a entrevista ao programa Os Pingos nos Is, da rede Jovem Pan, para defender a privatização dos Correios. Na noite desta segunda-feira, 1º de março, ele chegou a mencionar algumas empresas que, pelo tipo de negócio adotado, possam se interessar pelo comando da hoje estatal.

Leia mais: “10 mentiras da campanha da CUT contra as privatizações”

Faria citou três marcas que, na visão dele, podem disputar a aquisição dos Correios: Mercado Livre, Amazon e Magazine Luiza. Ele aproveitou o momento para assinalar que são meros exemplos, pois ainda não recebeu “ninguém formalmente” para tratar do assunto. Duas das empresas mencionadas pelo ministro investiram no Brasil em 2020 justamente em um dos âmbitos dos Correios: a logística. Conforme registrado por Oeste, Mercado Livre e Amazon inauguraram centros de distribuição no país há três meses.

Agilidade no Congresso

Eleito em 2018 para cumprir o quarto mandato consecutivo de deputado federal pelo Rio Grande do Norte, Fábio Faria foi nomeado ministro das Comunicações em junho do ano passado. Com a experiência de 13 anos como membro do Poder Legislativo, ele estima que o projeto de lei sobre a privatização dos Correios, entregue pelo governo no último mês, deva ser analisado pelas duas Casas do Congresso Nacional — Câmara dos Deputados e Senado Federal — em seis meses.

Sem negar seu entusiasmo com a possibilidade de a proposta de desestatização dos Correios avançar em 2021, o ministro das Comunicações espera que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), defina o relator do tema ainda nesta semana. Adiantou, contudo, que o “Congresso é livre para analisar o assunto”.

Ao participar de Os Pingos nos Is, Fábio Faria respondeu a perguntas formuladas por dois colunistas da Revista Oeste: Ana Paula Henkel e Guilherme Fiuza.

Leia também: “2021: reformar ou quebrar”, artigo do economista Ubiratan Jorge Iorio publicado na Edição 40 da Revista Oeste

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