Regina Duarte esteve no evento de lançamento do livro de José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, conhecido como Boni. A atriz veterana, que foi secretária de Cultura no governo de Jair Bolsonaro, relatou que não repetiria a experiência do cargo público.
“Foi uma experiência importantíssima, mas não repetiria”, declarou. A artista afirmou que não guarda ressentimentos da Globo, onde trabalhou por 50 anos.
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“Nenhuma. Fui bem feliz lá… Muitas oportunidades… Eu tive muita sorte também, porque naquela época tinham outras grandes atrizes na minha faixa etária, e eles acreditaram em mim. Foi uma relação de mão dupla, e só tenho gratidão”, disse em conversa com a Folha.
Questionada se ela se arrepende de ter aceitado o convite de Jair Bolsonaro (PL), Regina Duarte declarou que encarou como aprendizado. “Eu sempre tomei e tomo as minhas decisões. Sou muito aventureira, e isso desde criança, e todas as oportunidades na minha vida, encaro como um aprendizado e como uma experiência enriquecedora”, garantiu.

Regina Duarte não quer voltar a ter cargo público
“Deu certo, vai me enriquecer em algum lugar e se deu errado também. Arrependimento? Não repetiria. Hoje, não aceitaria”, disse a veterana. “Estou leve e tenho certeza que foi uma experiência importantíssima, mas não repetiria”, assegurou ela.
“Foram 74 dias suficientes para mostrar que não era nem é a minha praia. Absolutamente. Na verdade, tenho pena de quem frequenta essa praia. Não é fácil. Então, estou fora e feliz. Aprendi muito”, contou. Regina Duarte, no entanto, sinalizou que seu apoio político continua sendo para Jair Bolsonaro. “Sim. Bolsonaro, Bolsonaro e Bolsonaro. Se ele falar que cede para o Tarcísio, eu voto em Tarcísio”, afirmou.
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