Alvos de hackers, sites do governo russo seguem fora do ar

É o terceiro dia consecutivo em que páginas do país estão inacessíveis, pelo menos por algum período de tempo
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Código de programação | Foto: Reprodução/Pixabay
Código de programação | Foto: Reprodução/Pixabay

Sites do governo russo, incluindo a página oficial do Kremlin, seguem fora do ar neste domingo, 27. É o terceiro dia consecutivo em que sites do país estão inacessíveis, pelo menos por algum período de tempo.

O grupo de hackers Anonymous disse realizar “operações” para manter os ataques virtuais. Eles também disseram que também estão trabalhando “para manter o povo ucraniano on-line da melhor maneira possível”.

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No sábado 26, o ministro da Transformação Digital da Ucrânia, Mykhailo Fedorov, convocou um “exército de TI” para ajudar a o país no front digital.

Nas redes sociais, ele convocou especialistas em tecnologia da informação dispostos a ajudarem os ucranianos. A mensagem encaminha para um canal de Telegram para que voluntários recebam tarefas para ajudar o país.

A primeira “missão” pede que os voluntários realizem ataques para derrubar sites de empresas, bancos e do governo da Rússia.

“Estamos criando um exército de TI. Nós precisamos de talentos digitais”, escreveu Fedorov.

Por outro lado, antes mesmo da ordem do presidente russo, Vladmir Putin, para que as tropas russas invadissem a Ucrânia, o país já era alvo de ataques digitais. Na quarta-feira 23, sites do governo ucraniano ficaram fora do ar.

Elon Musk

Hoje, como mostrou Oeste, o bilionário Elon Musk, dono da Space X e da Tesla, disse que seu serviço de satélite Starlink está funcionando na Ucrânia, respondendo a um pedido de Mykhailo Fedorov, para fornecer comunicações via satélite para ajudar a resistir à invasão russa.

“Enquanto você tenta colonizar Marte – a Rússia tenta ocupar a Ucrânia! Enquanto seus foguetes pousam com sucesso do espaço – foguetes russos atacam civis ucranianos! Pedimos que você forneça à Ucrânia estações Starlink e dirija-se a russos sãos para se levantarem”, disse Fedorov, que também é vice-primeiro-ministro ucraniano.

Em resposta, Musk tuitou que o serviço de satélites estava ativo e que mais terminais estavam a caminho.

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