A Argentina decidiu apostar no Gasoduto Néstor Kirchner, cujo primeiro trecho começará a funcionar nesta terça-feira, 20, para tentar sair da crise econômica.
Os hermanos apostam no gasoduto para alcançar a independência nessa fonte de energia até 2025, visto que o governo poderá desde já economizar nas importações e reduzir a falta de dólares que impulsiona a inflação.
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Reportagem da Folha de S.Paulo mostra que a inauguração do gasoduto deixa a Argentina mais próxima da exportação da commodity ao Brasil. Mas essa ideia ainda é distante.
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O trecho que começa a funcionar nesta terça-feira liga Vaca Muerta, uma formação geológica de 30 quilômetros quadrados na Patagônia, até a Província de Buenos Aires.
Mas a cerimônia de inauguração terá de esperar. Isso porque o ministro da Economia, Sergio Massa, está em viagem e não pode ficar fora de cena. Ele é o principal entusiasta do projeto e pré-candidato à Presidência.
Como a Argentina pretende usar o gasoduto

O segundo trecho do gasoduto, a ser licitado em agosto, permitirá que o gás de Vaca Muerta chegue ao Norte da Argentina. A estrutura permitirá o abastecimento de lítio da região, que passou a ser desejado pelos Estados Unidos, pela China e pela Europa.
O Gasoduto Néstor Kirchner será ligado ao já existente Gasoduto Norte, de quase 1,5 quilômetro, que também chega ao Chile e à Bolívia. Entretanto, o fluxo do Gasoduto Norte terá de ser revertido.
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Hoje o gás percorre o sentido oposto e serve para a Argentina importar o gás da Bolívia, com quem tem contrato até 2026. A Folha informou que a licitação dessa reversão deve ocorrer nesta semana, com entrega prevista para 2024.






































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