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Câmara dos EUA aprova projeto de lei que evita paralisação do governo Biden

Proposta ainda vai passar por análise do Senado norte-americano

Biden - governo biden
O presidente Joe Biden depende do Congresso dos EUA para ter recursos liberados — e não ver o seu governo parar atividades | Foto: Reprodução/Twitter/X

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou um pacote de US$ 1,2 trilhão para evitar a paralisação do governo do presidente Joe Biden, estendendo o financiamento até setembro. O texto agora será enviado ao Senado norte-americano.

A votação foi aprovada por uma margem de 286 votos contra 134, excedendo a maioria absoluta de dois terços necessária para aprovar o projeto de lei sob um procedimento especial exigido pelo presidente da Câmara, Mike Johnson, para contornar as divisões internas do Partido Republicano.

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Os deputados do Partido Republicano se reuniram em discussões tensas no plenário enquanto a contagem avançava.

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A medida, que atraiu muito mais apoio dos democratas do que dos republicanos, também aumentou a pressão sobre Johnson, que não conseguiu que a maioria da bancada republicana apoiasse o projeto de lei, uma ocorrência rara para um presidente da Câmara

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Antes da votação, a deputada republicana Marjorie Taylor Greene sinalizou que poderia tentar destituí-lo.

Projeto sobre liberação de recursos para não paralisar o governo Biden

Biden | A entrevista ocorreu depois que Biden desembarcou do Marine One, o helicóptero oficial da Presidência | Foto: Reprodução/Twitter/X
A entrevista ocorreu depois que Biden desembarcou do Marine One, o helicóptero oficial da Presidência | Foto: Reprodução/Twitter/X

O tão aguardado texto do projeto de lei foi divulgado na manhã da quinta-feira 21, e os líderes de ambos os partidos disseram que obtiveram vitórias em questões-chave durante as negociações, mesmo que os níveis gerais de gastos não tenham se deslocado significativamente dos totais definidos no ano passado durante as negociações sobre o teto da dívida.

Os democratas disseram que evitaram cortes nos programas de educação, trabalho e saúde, enquanto os republicanos disseram que reduziram com sucesso os gastos com ajuda externa e grupos sem fins lucrativos que ajudam os migrantes, e recuperaram o financiamento da Receita Federal.

Leia também: “Uma democracia que não é relativa”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 207 da Revista Oeste


Revista Oeste, com informações da Agência Estado e da Dow Jonews Newswires

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