publicidade
Mundo

No Chile, oposição apresenta pedido de impeachment de Sebastián Piñera

Venda da uma mineradora para um empresário amigo do presidente chileno está na mira dos parlamentares e do Ministério Público

O presidente do Chile, Sebastián Piñera | Foto: DIVULGAÇÃO/FLICKR

O presidente do Chile, Sebastián Piñera, entrou de vez na mira da oposição no país. Nesta quarta-feira, 13, parlamentares de vários partidos oposicionistas apresentaram formalmente um pedido de impeachment do líder chileno, que também se tornou alvo de uma investigação instaurada pelo Ministério Público por supostas irregularidades na venda de uma mineradora. A operação foi revelada pelos chamados “Pandora Papers”.

O caso veio à tona a partir do vazamento de documentos de diversas autoridades por um grupo chamado Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (CIJI). A mineradora teria sido negociada por uma empresa ligada à família de Piñera.

Receba nossas atualizações

Leia mais: “Ministério Público do Chile abre investigação sobre presidente Sebastián Piñera”

Segundo o deputado Tomás Hirsch, que apresentou a acusação contra o presidente do Chile na Câmara dos Deputados, Piñera utilizou o cargo “para negócios pessoais”. Agora a Casa, cuja maioria é opositora, deve decidir se aprova ou rejeita o pedido de impeachment — a votação deve ocorrer em novembro. Em caso de aprovação, o processo será encaminhado para análise pelo Senado.

Leia mais: “Chile anuncia fim do estado de emergência para covid-19”

Segundo informações da agência de notícias France-Presse, a expectativa da oposição é que o futuro político de Piñera seja definido antes do primeiro turno das eleições presidenciais no país, marcado para o dia 21 de novembro. Para avançar na Câmara, são necessários os votos de pelo menos 78 dos 155 deputados.

Leia também: “Chile libera injeção da CoronaVac para crianças a partir de 6 anos”

De acordo com os documentos divulgados nos “Pandora Papers”, a mineradora Dominga foi vendida ao empresário Carlos Alberto Délano por US$ 152 milhões, em um negócio realizado nas Ilhas Virgens Britânicas, um paraíso fiscal. O empresário é um amigo próximo de Piñera.

A negociação aconteceu em 2010, durante o primeiro mandato de Piñera como presidente do Chile. Ele nega qualquer conflito de interesse.

Com informações da agência France-Presse

Leia mais sobre:

2 comentários
  1. PCC
    PCC

    Aos poucos a esquerda chilena vai acabando com um país que até a pouco era um exemplo para todos. Tudo o que querem é desestabilizar o governo e o país.

  2. Silvestre Carlos Antunes Siqueira
    Silvestre Carlos Antunes Siqueira

    Acho que o tal Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (CIJI), também, deve ter sido comprado pelo LULA LADRÃO, ou eles não investigam ladrões que se auto proclamam esquerdistas.

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade