OMS aprova uso emergencial da vacina da Oxford contra a covid-19

Imunizante já é aplicado no Brasil em grupos específicos
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OMS valida vacina da Oxford
OMS valida vacina da Oxford | Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A Organização Mundial da Saúde anunciou nesta segunda-feira, 15, ter aprovado o uso emergencial da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford, do Reino Unido, em parceria com o laboratório europeu AstraZeneca. A entidade destacou que a autorização vale para o material produzido em dois locais. Isso porque, atualmente, o imunizante é feito na Coreia do Sul e na Índia.

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Diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus anunciou a validação da vacina em tom esperançoso no sentido de enfrentamento do vírus chinês. “Hoje é um dia para renovarmos a esperança no controle da pandemia”, declarou em entrevista coletiva. Dessa forma, reforçou o trabalho de acelerar o programa internacional de imunização contra o coronavírus. “[Estamos] dando sinal verde para que a vacinação comece mundialmente pelo Covax”, disse o representante do organismo vinculado à Organização das Nações Unidas (ONU).

“Temos agora todas as ferramentas para a distribuição rápida das vacinas”

A decisão tomada pela OMS interessa diretamente ao Brasil. Com a autorização do uso emergencial da vacina, a entidade estima que, por meio do Covax, o país receberá cerca de 10,6 milhões de doses até o fim de julho. “Temos agora todas as ferramentas para a distribuição rápida das vacinas. Mas ainda precisamos aumentar a produção”, ponderou o diretor-geral da instituição, segundo informações da Agência Brasil.

Novidades sobre a vacina da Oxford

O uso emergencial autorizado pela OMS não é a única novidade sobre a vacina da Oxford mundo afora. No último fim de semana, os responsáveis pelo projeto avisaram que vão iniciar testes em crianças. No Brasil, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) começou a produzir o imunizante diretamente em sua base no Rio de Janeiro, conforme registrou Oeste.

Antes da OMS, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já havia aprovado o uso emergencial da vacina da Universidade de Oxford no Brasil.

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