Reino Unido aprova remédio que pode ser eficaz contra Ômicron

Uma dose do sotrovimab já reduz o risco de hospitalização e morte por covid-19 em quase 80%, apontam estudos
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Sotrovimab é o segundo remédio contra a covid-19 aprovado no Reino Unido em um mês
Sotrovimab é o segundo remédio contra a covid-19 aprovado no Reino Unido em um mês | Foto: Reprodução

O Reino Unido anunciou nesta quinta-feira, 2, a aprovação de um medicamento da GlaxoSmithKline (GSK) no tratamento contra a covid-19 — o sotrovimab. A informação foi divulgada pela agência sanitária do país.

O tratamento é feito à base de anticorpos monoclonais de longa duração. Segundo o laboratório, o remédio tem eficácia até mesmo contra a nova variante do coronavírus, a Ômicron. O país já confirmou casos da nova cepa em seu território.

De acordo com as autoridades sanitárias do Reino Unido, o sotrovimab se mostrou “seguro e eficaz para reduzir os riscos de hospitalização e de morte nas pessoas com covid-19 de leve a moderada e com risco grave de desenvolver uma forma severa da doença”.

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A GSK anunciou que o tratamento funciona bem contra as várias mutações da nova cepa do coronavírus. “O sotrovimab demonstrou que atua contra todas as variantes de preocupação e de interesse definidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS)”, disse o laboratório.

Segundo a agência britânica de saúde, uma dose do medicamento já reduz o risco de hospitalização e morte por covid-19 em quase 80% em adultos considerados de alto risco para a doença que estejam infectados e com sintomas.

O remédio é destinado para pessoas que apresentam sintomas leves a moderados e podem desenvolver uma forma mais grave da covid-19. A agência britânica recomendou o uso da medicação a partir do quinto dia de sintomas.

O sotrovimab foi desenvolvido em parceria com o laboratório norte-americano Vir Biotechnology. No fim de junho deste ano, a Comissão Europeia já havia classificado o tratamento como um dos mais promissores contra o coronavírus.

O sotrovimab é o segundo remédio contra a covid-19 aprovado em um mês pelo Reino Unido. O primeiro foi o molnupiravir, do laboratório Merck Sharp and Dohme (MSD), que recebeu autorização em novembro.

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5 comentários Ver comentários

  1. Afinal quem previne a infecção grave? a vacina ou o remédio? parece que eles competem entre si… melhor seria dividir isso meio a meio ou esclarecer a respeitável opinião pública…

    1. E as 100 milhões de doses da Pfizer que o gajo comprou logo em seguida ao anúncio do aparecimento da nova cepa ômicron? Esse sujeito acha que vai combater essa virose com compra por atacado de medicamentos assim a torto e a direito? A troco de quê e qual é o critério que ele toma para isso? É como se estivesse dando tiros no escuro, o maluco enlouqueceu de vez, o negócio dele é só vacinar, vacinar e vacinar…

  2. Às vezes desconfio que essas grandes farmacêuticas devem ter um plano diabólico de drenar as economias dos países que detêm os maiores PIB’s do mundo, excluindo aí a China. Podem anotar aí, esse suspeito desse Quiroga, com certeza irá destinar alguma fortuna para comprar esse medicamento e com o beneplácito do Bozzo.

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