O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado, 27, o envio de tropas federais para Portland, no Estado do Oregon. A medida, divulgada na plataforma Truth Social, busca proteger a cidade e instalações do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) contra ataques de militantes que classificou como “terroristas domésticos”, incluindo integrantes do movimento Antifa.
Trump disse ter autorizado o uso de força total e afirmou que a decisão foi tomada depois de um pedido da secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, e repassada ao secretário de Defesa, Pete Hegseth, encarregado de mobilizar os militares.
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“Estou instruindo o secretário de Guerra, Pete Hegseth, a fornecer todas as tropas necessárias para proteger Portland, devastada pela guerra, e todas as nossas instalações sitiadas do ICE contra ataques da Antifa e outros terroristas nacionais”, escreveu o republicano.
O prefeito de Portland, Keith Wilson, reagiu e disse que não solicitou ajuda federal. Segundo o político, a cidade já trabalha para manter a segurança pública “sem abrir mão da liberdade de expressão”. “Como outros prefeitos em todo o país, não pedi e não preciso de intervenção federal”, afirmou.
Trump já havia contido manifestações
A escalada de tensões ocorre depois do assassinato do ativista conservador Charlie Kirk por um radical pró-movimento trans. O presidente tem responsabilizado grupos de esquerda por episódios de violência e instabilidade e intensificado o uso de forças federais em cidades onde há protestos.

Nos últimos meses, Trump já havia enviado a Guarda Nacional e até fuzileiros navais para cidades como Los Angeles e Washington, em resposta a manifestações organizadas por “agitadores profissionais”.
Em declarações recentes, o presidente elevou o tom contra Portland. Chegou a dizer que viver na cidade é como “morar no inferno” e prometeu “fazer um estrago” para restaurar a ordem. Também cogita reforçar a presença militar em Chicago, Baltimore e Memphis, onde o governador republicano Bill Lee já manifestou apoio ao envio da Guarda Nacional para combater o crime.
Leia também: “Vítimas da intolerância”, reportagem de Anderson Scardoelli publicada na Edição 288 da Revista Oeste






































Conheço Portland-OR e sou um visitante assíduo ( tenho filha e neta residentes). A cidade ” acabou”. Virou uma cidade fantasma e sem qualquer perspectiva de melhorar. As grandes lojas e escritórios fecharam as portas.
É uma cidade com os resultados, chocantes, da “lacração” dos ” progressistas”.