LISBOA — O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, citou o papa Leão XIV para defender a regulamentação das redes sociais.
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A declaração ocorreu nesta segunda-feira, 1º, durante participação no Fórum de Lisboa, evento organizado pelo decano do STF, Gilmar Mendes.
Ao abordar os “desafios da comunicação digital”, Moraes afirmou que as empresas de tecnologia e os algoritmos exercem influência direta sobre o comportamento dos usuários e, por isso, não podem ficar sem supervisão.
“As empresas, os algoritmos são neutros? Não são neutros”, afirmou, ao mencionar o líder da Igreja Católica. “E, por isso, há necessidade de um controle, de regulamentação.”
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O magistrado defendeu a submissão das plataformas a regras capazes de conciliar a liberdade de expressão com a “proteção da democracia”.
“Há necessidade de uma regulamentação que preserve a liberdade de imprensa, de expressão, mas também a democracia e a dignidade da pessoa”, disse.
Segundo Moraes, as redes sociais não podem continuar funcionando, em determinados aspectos, sem responsabilização pelos conteúdos divulgados em seus ambientes. O ministro citou casos de suposto incentivo ao suicídio, automutilação, prática de crimes e propagação de ideologias extremistas.

“Não é possível mais que as redes sociais continuem, em muitos aspectos, sendo terra de ninguém”, declarou. “E que as pessoas, de forma covarde, instiguem crianças e adolescentes ao suicídio, à automutilação, pratiquem crimes, discursos nazistas e fascistas.”
Moraes também afirmou que o Brasil ocupa posição de destaque no debate sobre a regulamentação das plataformas digitais. De acordo com ele, decisões judiciais, iniciativas da Justiça Eleitoral e discussões em curso no Congresso Nacional puseram o país na “vanguarda” da discussão.
“O Brasil vem sendo vanguarda, seja por decisões judiciais, seja pela atuação da Justiça Eleitoral e do Congresso, que vem tratando desses temas”, observou.
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Aí aparece um dos principais problemas indiretos como consequência de 88% da população adulta brasileira se encontrar abaixo do nível proficiente (capazes de ler textos longos, estabelecer relações entre informações implícitas, avaliar fontes e construir argumentos), operando em níveis que variam entre o analfabetismo absoluto (total) e o básico/elementar. No espaço vazio deixado pela ausência de cognição da massa do povo, surgem indivíduos limitados, megalomaníacos, e muitas vezes psicopatas, que acreditam saber mais que todos para tentar impor seu doentio modo de entendimento.
Quem para esse déspota? Ele age como se fosse uma pessoa idônea. Ele acha que todos são petistas que apoiam a ignorancia, o crime, alias que ele e esposa estão envolvidos. Em outras palavras, é um cinico cara de pau.
E os 129 milhões? Essa é a Democracia Relativa do supremo luciferiano.
Netflix também não é neutra, nem Hollywood,nem a Amazon, nem HBO, nem a Folha, nem o Globo, nem Carta Capital, nem Brasil 247, nem o STF. Esse argumento dele precede a censura total. Ele não está falando apenas de meio de comunicação quando diz isso. Ele está abrindo o foco para a produção de informação e qualquer conteúdo que possa influenciar as pessoas