Um desentendimento entre deputados e senadores do PL expôs a disputa interna sobre a estratégia do partido na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo integrantes da sigla ouvidos pela reportagem, houve um choque direto entre o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e o senador Rogério Marinho (PL-RN).
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No centro da discordância está a condução dos requerimentos — especialmente convocações e quebras de sigilo. A ala liderada por Sóstenes defende manter pressão máxima sobre o governo Lula, a fim de avançar com todos os pedidos apresentados pela oposição. Já Marinho gostaria de uma composição política para evitar desgastes desnecessários e facilitar a aprovação do relatório final da CPMI.
O relatório da CPMI do INSS
De acordo com fontes do PL, Marinho teria dito aos colegas de partido que começou as tratativas para abrir mão da votação de alguns requerimentos em troca de garantias políticas para aprovação do relatório, elaborado pelo relator, deputado federal Alfredo Gaspar (União-AL).
+ Izalci, sobre Frei Chico: “Governo não quer investigar a roubalheira”
A ideia foi mal recebida por Sóstenes, que viu na proposta uma forma de fragilizar a comissão. É o que o deputado teme desde o começo das investigações sobre o escândalo no INSS. “Não abrimos mão da relatoria da CPMI do roubo dos aposentados”, disse, em junho deste ano. “Aqui não tem acordo. Não tem covardia. Não tem recuo. Quem roubou os idosos vai pagar, doa a quem doer.”
O caso Frei Chico
A situação se agravou depois de a tentativa da oposição votar a convocação de Frei Chico, irmão de Lula, ser barrada na comissão. Para deputados do PL na Câmara, a flexibilização defendida pelo grupo de Marinho acabaria protegendo nomes próximos ao governo.
Publicamente, nenhum integrante do partido confirma o racha. Sóstenes tem adotado um discurso de confronto aberto contra o Planalto na CPMI, enquanto Marinho opera com senadores do centrão para costurar votações. Ambos negam divergência estratégica.
Estratégia em disputa
A relatoria da CPMI já está definida com Gaspar. No entanto, a disputa é por influência sobre o conteúdo final do relatório e sobre o alcance das investigações.
Enquanto o grupo da Câmara pressiona por uma apuração mais ampla, incluindo nomes ligados ao governo, a ala do Senado prioriza cálculo político para evitar que a CPMI empurre o PL para um novo isolamento no Congresso.
Leia também: “Roubo permitido”, reportagem de Cristyan Costa publicada na Edição 292 da Revista Oeste
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Rogério Marinho ate tu Fracus, querendo lamber desse mel podre oferecido por esse grupo creptocrata? Já vou repensar minha impressão sobre sua reputação que tinha até hoje. Que se derrubem todas as pedras e que se exponha quem tiver no meio do tornado! Não precisamos de mais covardes e bundamoles senador, crie vergonha!!!
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Vergonha mesmo . Pré – Primário ! Só aumenta a tensão e os problemas ! Que nǎo sāo poucos ….
O povo não aguenta mais !!!!
Enquanto prevalecer essa disputa de egos, o governo agradece.
No meu entendimento tudo q for para desmascarar esse governo maldito precisa ser feito e mostrado amplamente.
Meninos, pelo amor de Deus, vamos agir como homens e sentar e conversar sem expor as brigas dentro de casa…se a imprensa da direita já manchetou imagina a imprensa da esquerda??? bem eu acho que é da direita, nem sei mais em quem acreditar, sei que assino a oeste, pois até agora tem cara de direita…