publicidade
Política

Aeronáutica mantém sob sigilo custos de voo da FAB que levou Motta e Gilmar a 'Gilmarpalooza'

Órgão classificou despesas como 'reservadas' e não divulgou lista de passageiros, alegando motivos de segurança

Hugo Motta e Gilmar Mendes
Hugo Motta e Gilmar Mendes | Foto: Divulgação/ Câmara dos Deputados

A Aeronáutica colocou sob sigilo os custos operacionais de um voo da Força Aérea Brasileira (FAB) que levou o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, a Buenos Aires. Eles participaram da primeira edição latina do “Gilmarpalooza”, fórum jurídico organizado por pelo magistrado.

O jatinho saiu de Brasília em 5 de novembro, com 10 passageiros, em direção à capital da Argentina.

Receba nossas atualizações

+ Leia mais notícias de Política em Oeste

Além de não divulgar a lista de passageiros, a Aeronáutica classificou como “reservado” o acesso aos dados sobre os gastos do voo, incluindo despesas com combustível e tripulação.

O grau “reservado” é o menor nível de restrição a informações públicas e tem prazo máximo de cinco anos. A classificação se aplica a documentos que podem causar dano à segurança nacional, à estabilidade econômica ou a planos estratégicos.

Justificativa da FAB

A Aeronáutica alega que o voo ocorreu por “motivos de segurança” e, por isso, não divulgaria a relação de passageiros. Em resposta a pedido via Lei de Acesso à Informação do jornal O Globo, o órgão informou que “compete à autoridade solicitante manter o registro daqueles que acompanharam a autoridade na viagem”.

Leia também: “ONG responde Gilmar, sobre ‘Gilmarpalooza’: ‘Sociedade brasileira não ri de luxos pagos a juízes”

A Câmara, porém, apresentou outra versão. Disse que as listas de passageiros em voos da FAB são custodiadas pelo Comando da Aeronáutica.

O Globo recorreu da decisão que impôs sigilo aos custos. A Aeronáutica, no entanto, rejeitou o pedido. Decidiu não admitir o recurso sob a justificativa de que “não houve negativa de acesso à informação”, sem considerar a contestação por omissão ou resposta insatisfatória.

Leia mais sobre:

4 comentários
  1. José Antônio Batalha Zocccoler
    José Antônio Batalha Zocccoler

    Esses dois só fazem jogo de cena, fazem parte do sistema corrupto que domina esse país

  2. Lucia campos
    Lucia campos

    Tudo q é farra fica sobre sigilo ! Assim é bem facil ! Taí o estado do Brazzzzzzil

  3. Edson Csuraji
    Edson Csuraji

    Como é que é? Motivos de segurança? Vagabundos, tanto os que usaram dessa benesse sem respaldo legal, bem como do comando da aeronáutica. Todos da mesma corja abjeta e imoral que colocou o Brasil no topo dos piores índices do planeta. Aviões que deveriam estar de prontidão canibalizados e tripulação afastada por falta de dinheiro. Lamentável o que essas excrescências estão fazendo.

  4. David S
    David S

    A bandalheira tomou conta do nosso país, infelizmente.
    Na foto, vemos o garotão de recados, Motta, e o ministreco Gilmar Mendes, que constitucionalmente não deveria estar aí, e sim se comportar como manda a Constituição.
    Vade retro….

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade