Artigo da Folha preocupa militares

Militares avaliam que publicação acirra os ânimos. Hélio Schwartsman, colunista da Folha, desejou a morte do presidente Jair Bolsonaro
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General Ramos à oposição: 'Não estica a corda" | Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil
General Ramos à oposição: 'Não estica a corda" | Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil | intervenção militar - luiz eduardo ramos - democracia

Militares avaliam que publicação acirra os ânimos. Hélio Schwartsman, colunista da Folha, desejou a morte do presidente Jair Bolsonaro

intervenção militar - luiz eduardo ramos - democracia
Ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, repudiou o artigo. “Jornalista que afirma querer a morte do presidente deve responder criminalmente!” | Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil
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A publicação de artigo na Folha de São Paulo que deseja a morte do presidente Jair Bolsonaro causou preocupação no governo. Sobretudo entre os militares, que analisam eventuais desdobramentos. O temor é que a publicação acirra ainda mais os ânimos na sociedade e eleve a polarização.

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Os militares temem que o artigo da Folha seja usado como pretexto para o uso da violência por alguns, de uma parte ou outra entre os polos. Criticam, ainda, o posicionamento da própria Folha. “Não fez sequer um mea culpa“, pondera um interlocutor militar a Oeste. O veículo comunicou que o colunista Hélio Schwartsman “emitiu uma opinião” e se posicionou contrário à investigação.

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O ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, general de Exército da reserva, foi um dos que se posicionou abertamente contra o artigo. “Gostaria de dizer que é um desrespeito, primeiramente à figura do sr. presidente da República, e segundo, um desrespeito a um dos conceitos básicos do jornalismo, que é informar e não espalhar o ódio. Lamentável”, sustentou.

Repugnante

Em outra publicação no Twitter, ele reforçou as críticas. E classificou como repugnante o ódio contra Bolsonaro. “Ninguém pode concordar com tamanha agressão ao Chefe de Estado do Brasil! Jornalista que afirma querer a morte do presidente deve responder criminalmente!”, destacou.

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10 comentários Ver comentários

  1. Imagine se fosse o contrário? Ia ser um saco, Rede Globo falando disso o dia inteiro, a Folha de SP ia colocar os jornalistas-militantes pra escrever páginas e mais páginas sobre isso, artistas e Youtubers fazendo críticas, notinhas de repúdio chovendo imprensa. Mas…….como foi contra o Presidente Bolsonaro daí pode, né? Daí está liberado… Eu tenho nojo desse tipo de jornalista! A Folha de SP e esse jornalista não merecem credibilidade nenhuma!!!

  2. Era o momento de outros militares que compõem o Governo se manifestarem, mas simplesmente ignoram. Mesmo de forma respeitosa, deveriam fazer duras críticas, mas nem o Mourão se manifestou publicamente. Depois se queixam quando são criticados pelo Olavo de Carvalho.

  3. Jornalistinha militante rastaquera e odiento. A Folha vai fazer algo? Não, porque é tão militante e odienta quanto. E a ABI (Associação Brasileira de Imprensa), que silenciou sepulcralmente diante do abuso de autoridade cometido pelo STF contra um seu membro, o Eustáquio? Duvido. O que – diz-se – a ABI vai fazer, é encaminhar à PGR notícia-crime pelo alegado fato de o Presidente ter falado sem máscara. Gentalha.

  4. Nada como o tempo. Cai a máscara dos “bonzinhos” que só se interessam pela vida(deles). O ódio deles é absoluto, não só contra o Presidente, mas contra os 57 milhões de brasileiros que o elegeram. Tenho certeza que, no seu íntimo, esse “bonzinho” da Folha gostaria que todos que votaram em Bolsonaro morressem de coronavírus. Essa é a verdadeira face dos “bonzinhos”. Canalhas, mau caráter, cínicos e psicopatas. Querem investigar o “Gabinete do Ódio”? Vão até as redações da “grande” mídia nacional.

  5. A Suprema Vergonha está tomando sol no Caribe.
    O Ministro da Justiça (pastor), inerte desde o início aos ataques contra os CRISTÃOS, PERMITIU O AVANÇO DA ESCALADA DE AMEAÇAS contra o Presidente. Inacreditável! Não chega nem perto do STF, se continuar babando o Toffoli.

    1. Se o jornalista pode desejar a morte do presidente, estão qualquer cidadão pode desejar e pedir a morte para o jornalista. Quem sabe alguém realiza.

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