O presidente Jair Bolsonaro (PL) participou nesta terça-feira, 22, da cerimônia de posse do novo diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, almirante Anatalício Risden Junior.
Ele era diretor-financeiro-executivo da usina hidrelétrica e substituiu o general João Francisco Ferreira, que pediu exoneração do cargo.
Receba nossas atualizações
Relacionadas
Também participaram da cerimônia de posse, realizada no Palácio do Itamaraty, os ministros das Relações Exteriores, Carlos França, e o de Minas e Energia, Bento Albuquerque.
No discurso, Bolsonaro destacou o protagonismo da Itaipu Binacional em garantir a segurança energética do país, além de representar um símbolo para a integração do Brasil com o Paraguai e ser um motor no desenvolvimento regional.
O presidente destacou obras como a construção da Ponte da Integração Brasil–Paraguai e a ampliação da pista do Aeroporto Iternacional de Foz do Iguaçu, entre outras.
No total, Itaipu está investindo R$ 2,6 bilhões em obras estruturantes, ações que fortalecem a integração regional, a segurança energética e o desenvolvimento da região da usina, do Paraguai e do Brasil.
De acordo o almirante Risden, Itaipu continuará seguindo as diretrizes do governo federal, promovendo a valorização do capital humano, mantendo a gestão racional do bem público com a política de austeridade, além de respeitar as relações entre Brasil e Paraguai.
“O diálogo e a boa convivência, que nortearam a construção dessa grandiosa usina e a tornaram exemplo para o mundo em diversos setores, vão continuar sendo os princípios basilares da minha gestão”, afirmou.
Para o chanceler Carlos França, Itaipu representa um dos capítulos mais bem-sucedidos da diplomacia brasileira, ao transformar um impasse fronteiriço num marco para a integração e o desenvolvimento de Brasil e Paraguai.
Destacou também a importância da usina para a soberania e a segurança energética dos dois países e os investimentos na área do meio ambiente, hoje exemplo para o mundo. “Itaipu nasceu com o DNA do desenvolvimento sustentável”, disse.
Itamaraty pede ‘solução negociada’ entre Rússia e Ucrânia
Acabou a farra do Gilmar, agora de X.