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Política

Edinho Silva critica uso de reunião com Lula para disputa interna no PT

Favorito para presidir o partido, ex-prefeito de Araraquara (SP) afirma estar 'indignado' com grupo que vazou encontro

Edinho Silva
Edinho Silva é o favorito para substituir Gleisi na presidência do PT | Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

O ex-prefeito de Araraquara (SP) Edinho Silva, favorito do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para presidir o Partido dos Trabalhadores (PT), afirmou, neste domingo, 9, estar “muito indignado” com uma ala da legenda. Segundo ele, esse grupo usou a participação de Lula em uma reunião interna como instrumento de disputa política.

Durante encontro com vereadores do PT em Matão (SP), Edinho disse que a presença de Lula na reunião do grupo Construindo um Novo Brasil (CNB), na quinta-feira 6, foi um gesto para manter a unidade do partido. No entanto, afirmou que o encontro “foi vazado para a imprensa como instrumento de luta interna”.

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O encontro ocorreu no apartamento da futura ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PR), em Brasília.

O CNB é o principal grupo político do PT, com maioria na direção nacional e em várias direções regionais.

Nomes cogitados para liderança do PT, além de Edinho Silva

Na reunião do CNB, Lula foi informado sobre suposta resistência ao nome de Edinho. Participantes alertaram para o fato de que o ex-prefeito de Araraquara dificilmente venceria a eleição interna, programada para julho. Em reação, o presidente da República teria perguntado quais seriam as alternativas para o cargo.

Entre os citados para a presidência do PT estão o senador Humberto Costa (PE), presidente interino do partido com a ida de Gleisi para o Palácio do Planalto; Paulo Okamoto, da Fundação Perseu Abramo; e os os deputados federais Rui Falcão (SP) e José Guimarães (CE), líder do governo na Câmara.

Gleisi Hoffmann PT
Gleisi Hoffmann era presidente do partido desde 2017, mas deixou o comando para assumir a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República | Foto: Lula Marques/Agência PT

Apesar da resistência, Edinho segue na disputa para comandar o PT. “Minha indignação me estimula a lutar para a construção do partido que nós temos que construir.”

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Ele afirmou que deseja o apoio de Gleisi na eleição interna e que já a apoiou em duas vitórias. No entanto, respeitará caso ela escolha outro candidato. “A gente tem que respeitar as posições que são diferentes das nossas.”

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2 comentários
  1. Carlos Brito
    Carlos Brito

    Eh incrível sempre tem um baba ovo, na área, ou seja mais um.

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