Eleições 2022: apenas 5 senadores são reeleitos

Número maior, no entanto, é dos parlamentares que disputaram outros cargos e não foram eleitos
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Plenário do Senado Federal | Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
Plenário do Senado Federal | Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

Depois das eleições deste domingo, 2, apenas cinco senadores dos 13 que disputavam a reeleição conseguiram se reeleger. Outros oito parlamentares saíram derrotados e deixarão o Senado Federal no próximo ano. A situação ainda permanece indefinida para os senadores que vão disputar o segundo turno para governador e aguardam o resultado do segundo turno, em 30 de outubro.

Nessa situação estão sete: Jorginho Mello (PL-SC), Rogério Carvalho (PT-SE), Marcos Rogério (PL-RO), Eduardo Braga (MDB-AM) e Rodrigo Cunha (União-AL). Os mandatos de todos eles vão até 2027, por isso, caso não sejam eleitos, eles podem voltar à Casa.

Já os parlamentares reeleitos para um novo mandato são: Omar Aziz (PSD-AM), Davi Alcolumbre (União-AP), Otto Alencar (PSD-BA), Wellington Fagundes (PL-MT) e Romário (PL-RJ).

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Outros oito políticos também disputaram um novo mandato ao Senado Federal, mas não foram reeleitos: Alvaro Dias (Podemos-PR), Rose de Freitas (MDB), Roberto Rocha (PTB-MA), Telmário Mota (Pros-RR), Dário Berger (PSB-SC), Acir Gurgacz (PDT-RO), Kátia Abreu (PP-TO) e Alexandre Silveira (PSD-MG).

Uma senadora vai deixar o mandato por ser eleita para outro cargo: Mailza Gomes (PP-AC) foi eleita vice-governadora do Acre na chapa de Gladson Cameli. Também deixam a Casa seis parlamentares que disputaram outros cargos, mas não foram eleitos, e o mandato termina em 2023.

São eles: Simone Tebet (MDB-MS), que disputou a Presidência da República; Jean Paul Prates (PT-RN), que foi candidato a suplente de senador; e Fernando Collor (PTB-AL), que concorreu ao governo de Alagoas, além de três que se candidataram à Câmara dos Deputados: Lasier Martins (Podemos-RS), José Serra (PSDB-SP) e Elmano Ferrer (PP-PI).

Outros parlamentares não concorreram a nenhum outro cargo, neste ano, e também vão deixar o Senado: Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), Tasso Jereissati (PSDB-CE), Maria do Carmo Alves (União-SE), Reguffe (União-DF), Paulo Rocha (PT-PA), Nilda Gondim (MDB-PB) e Luiz Carlos do Carmo (PSC-GO).

O número maior, no entanto, é de senadores que disputaram outros cargos e não foram eleitos. Eles continuam na Casa, pois seus mandatos duram até 2027. Entre eles estão Soraya Thronicke (União-MS) e Mara Gabrilli (PSDB-SP), que disputaram, respectivamente, a Presidência e a Vice-Presidência da República, em chapas diferentes.

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4 comentários Ver comentários

  1. Infelizmente o povo ainda conseguiu reeleger 3 senadores de péssima legislatura: Omar, Alcolumbre e Alecar. A limpeza poderia te sido maior.

  2. O senado atual é péssimo. Não fizeram nada de bem para o país, além de omisso. Aliás fizeram uma pataquada com aquela CPI da discórdia

  3. Que essa revista continue a fazer o bom jornalismo, na certeza de que, logo, logo, inspirará outros defensores de DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA e LIBERDADE, a fazerem o mesmo. Parabéns.

  4. Não dá para acreditar na capacidade destes sujeitos. Não dá para acreditar em sorte. Não dá para acreditar em orações. Mas os senadores mais incompetentes e salafrários estão de volta. E, claro, com um sorrisinho cafajeste. Alcolumbre, Alencar e Aziz. Dinheiro queimado com esses trastes. Acho que houve uma compra de votos, sem precedentes, justificando gastarem tanto da verba do fundão.

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