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Lira defende a ideia de que empresários possam adquirir vacinas para funcionários

Para o presidente da Câmara, a iniciativa privada talvez tenha agilidade por outros caminhos para trazer mais vacinas
Arthur Lira, Rodrigo Pacheco e Marcelo Queiroga | Foto: Afonso Marangoni/Revista Oeste
Arthur Lira, Rodrigo Pacheco e Marcelo Queiroga | Foto: Afonso Marangoni/Revista Oeste

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), defendeu nesta quarta-feira, 31, a ideia de que a iniciativa privada possa adquirir vacinas contra a covid-19 para imunizar seus funcionários e familiares. Recentemente, uma lei permitiu a aquisição de doses por empresários, mas todas as unidades devem ir obrigatoriamente para o SUS.

Pela legislação atual, somente após o fim da vacinação dos grupos prioritários é que o empresário poderá aplicar 50% das doses compradas nos funcionários e deverá doar os outros 50% ao sistema de saúde. Lira afirmou que o governo já tem, por contrato, quantidades suficientes para vacinar toda a população e pregou a flexibilização da regra.

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“Tem uma discussão que se inicia hoje na Câmara que é da possibilidade de a iniciativa privada também adquirir vacinas para que o empresário possa vacinar seus funcionários, para manter sua empresa e seu negócio de pé e também extrapolar para o SUS a quantidade, podendo também extrapolar para a família de seus funcionários uma quantidade, ou podendo doar 100% para o SUS. Não há conflito de interesses”, afirmou.

De acordo com Lira, a iniciativa privada talvez possa ter agilidade por outros caminhos para trazer mais vacinas para o Brasil. “Qualquer brasileiro vacinado é um a menos nessa lista que pode correr o risco de contrair o novo vírus”, destacou.

Transparência na aplicação de vacinas

O Ministério da Saúde deve ter maior controle do número de brasileiros vacinados, defende o presidente da Câmara. Ele afirmou que já foram distribuídos 34 milhões de doses e apenas 18 milhões foram aplicados.

As declarações foram dadas após a primeira reunião do comitê nacional contra a covid-19 criado pelo presidente Jair Bolsonaro. Também integram a equipe o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e, na condição de observador, autoridade designada pelo Conselho Nacional de Justiça.

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